LUGAR COM IMAGEM, CHEIRO E SENTIMENTO DE PAZ
Esse lugar existe e não está longe dos olhos, do toque e da alma, aliás é dela que vem o cheiro. O sentimento vem da decisão e a paz se resume em uma frase "eu posso", assim saberás que tudo emana de dentro de você e invade as outras almas como perfume maravilhoso chamado amor. Você constrói o seu destino e Jesus orienta no caminho.

KACO BARROS

SHOW DOS BAIRROS E UM CANTO PARA DEUS, CLIQUE NA IMAGEM

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08H ÀS 12H - SHOW DOS BAIRROS E 08H ÀS 10H DOMINGO - UM CANTO PARA DEUS

APENAS REFLITA SUA VIDA

TENHO ALGO A LHE DIZER

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sexta-feira, 30 de maio de 2014

mensagem 30.05.14

A Tartaruga Tagarela

Era uma vez uma tartaruga que vivia num lago com dois patos, muito seus amigos. Ela adorava a companhia deles e conversava até cansar. A tartaruga gostava muito de falar. Tinha sempre algo a dizer e gostava de se ouvir dizendo qualquer coisa.
Passaram muitos anos nessa feliz convivência, mas uma longa seca acabou por esvaziar o lago. Os dois patos viram que não podiam continuar morando ali e resolveram voar para outra região mais úmida. E foram dizer adeus à tartaruga.
- Oh, não, não me deixem! Suplicou a tartaruga. - Levem-me com vocês, senão eu morro!
- Mas você não sabe voar! - disseram os patos. - Como é que vamos levá-la?
- Levem-me com vocês! Eu quero ir com vocês! - gritava a tartaruga.
Os patos ficaram com tanta pena que, por fim, tiveram uma idéia.
- Pensamos num jeito que deve dar certo - disseram - se você conseguir ficar quieta um longo tempo. Cada um de nós vai morder uma das pontas de uma vara e você morde no meio. Assim, podemos voar bem alto, levando você conosco. Mas cuidado: lembre-se de não falar! Se abrir a boca, estará perdida.
A tartaruga prometeu não dizer palavra, nem mexer a boca; estava agradecidíssima! Os patos trouxeram uma vara curta bem forte e morderam as pontas; a tartaruga abocanhou bem firme no meio. Então os patos alçaram vôo, suavemente, e foram-se embora levando a silenciosa carga.
Quando passaram por cima das árvores, a tartaruga quis dizer: "Como estamos alto!" Mas lembrou-se de ficar quieta.
Quando passaram pelo campanário da igreja, ela quis perguntar: "O que é aquilo que brilha tanto?" Mas lembrou-se a tempo de ficar calada.
Quando passaram sobre a praça da aldeia, as pessoas olharam para cima, muito espantadas.
- Olhem os patos carregando uma tartaruga! - gritavam. E todos correram para ver.
A tartaruga bem quis dizer: "E o que é que vocês tem com isso?"; mas não disse nada. Ela escutou as pessoas dizendo:
- Não é engraçado? Não é esquisito? Olhem! Vejam!
E começou a ficar zangada; mas ficou de boca fechada. Depois, as pessoas começaram a rir:
- Vocês já viram coisa mais ridícula? - zombavam.
E aí a tartaruga não agüentou mais. Abriu a boca e gritou:
- Fiquem quietos, seus bobalhões...!
Mas, antes que terminasse, já estava caída no chão. E acabou-se a tartaruga tagarela.

Moral da história: Há momentos na vida que é melhor ficar de boca fechada.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

mensagem 29.05.14

A enchente
Em um ano de muitas tempestades e enchentes na ilha de Mindanao nas filipinas, o nível do rio subiu tanto que a água chegou a cobrir diversas casas. Nesse cenário, os bombeiros iam, de lancha, retirando pessoas das casas alagadas.
Um rapaz estava em cima do telhado de uma das casas, observando a água subir cada vez mais. Ao ver a situação em que ele se encontrava, os bombeiros se aproximaram com a lancha e pediram-lhe que saltasse:
- Venha, rapaz, entre na lancha! A sua casa em breve vai ser levada pela correnteza! Venha logo!
E o rapaz, que estava ajoelhado, orando, disse:
- Não, eu não vou. O Senhor vai me salvar... estou orando para isso!
Como havia muitas pessoas em perigo, os bombeiros foram resgatar outras vítimas. Então, um helicóptero, também do corpo de bombeiros, avistou o mesmo rapaz orando no telhado. Vendo que ele corria perigo, a equipe de resgate jogou a escada para que ele subisse e se livrasse do perigo. Mas, mais uma vez, o rapaz gritou:
- Não, eu não vou. O Senhor já vai me salvar...
Diante dessa resposta, esses bombeiros também foram resgatar outras vítimas, já que o rapaz continuava resistindo à ajuda.
De repente, a enxurrada levou a casa e, junto, o rapaz que se encontrava no telhado; ele morreu.
No céu, vendo que estava morto, o rapaz pediu para falar com Deus.
Levado à presença do Senhor, o rapaz perguntou-lhe, irritado:
- Senhor, me disseste que se eu tivesse uma fé do tamanho de um grão de mostarda eu poderia mover uma montanha... Minha fé era muito maior do que isso, Senhor, e me deixaste morrer! Mentiste para mim, Senhor!
E Deus lhe respondeu:

- Meu filho, eu é que estou aborrecido com você. Como é que pode?! Eu fiz a minha parte: mandei uma lancha, mandei até um helicóptero, mas você não fez a sua parte! Deveria ter aceitado a ajuda de um dos dois! Afinal, você queria o quê? Que eu tivesse descido lá pessoalmente para te salvar?

quarta-feira, 28 de maio de 2014

mensagem 28,05.14

O sábio
 Certo dia, a Solidão bateu à porta de um grande sábio e ele convidou-a para entrar. Pouco depois saiu decepcionada, pois descobriu que não podia capturar nada daquele ser bondoso, porque ele nunca estava sozinho; estava sempre acompanhado pelo amor de Deus.
 Outro dia, a Ilusão também bateu à porta daquele sábio. Ele, amorosamente, convidou-a para entrar em sua humilde casa; mas logo depois ela saiu correndo gritando que estava cega, pois o coração dele era tão luminoso de amor que havia ofuscado a própria Ilusão.

Mais adiante, apareceu a Tristeza. Antes mesmo que ela batesse à porta, o sábio saiu na janela e dirigiu-lhe um sorriso enternecido. A Tristeza recuou e disse que era engano e foi bater em alguma
outra porta que não fosse tão luminosa.

E assim a fama do sábio foi crescendo; a cada dia, novos visitantes chegavam tentando conquistá-lo. Num dia era o Desespero, no outro a Impaciência; depois vieram a Mentira, o Ódio, a Culpa e o
Engano. Pura perda de tempo; o sábio convidava todos a entrarem e eles saiam decepcionados com o equilíbrio daquela alma bondosa.

Porém, um dia, a Morte bateu à sua porta e ele também convidou-a para entrar... Seus discípulos  esperavam que ela saísse correndo a qualquer momento, ofuscada pelo amor do mestre. Entretanto,
tal não aconteceu.
O tempo foi passando e nem ela nem o sábio apareciam. Cheios de receio, entraram e encontraram o cadáver do mestre estirado no chão. Ficaram muito tristes e começaram a chorar ao ver que o
querido mestre havia partido com a Morte.

Na mesma hora, começaram a entrar na casa, todos os outros servos da Ignorância que nunca tinham conseguido permanecer naquele recinto; a Tristeza havia aberto a porta e os mantinha lá dentro.
Amigo ouvinte, “O que for teu desejo, assim será tua vontade. O que for tua vontade, assim serão teus atos .O que forem teus atos, assim será teu destino. Mas quem convidares a entrar em sua vida será ou não tua felicidade.

" Entram na nossa morada aqueles que convidamos, mas só permanecem conosco, aqueles que encontram ambiente propício para se estabelecerem." 

terça-feira, 27 de maio de 2014

mensagem 27.05.14

A esposa surda
- Qual o problema de sua esposa?
- Surdez. Não ouve quase nada.
- Então o senhor vai fazer o seguinte: antes de trazê-la aqui no consultório, faça um teste para facilitar o diagnóstico. Sem ela olhar, o senhor, a certa distância, fala em tom normal, até que perceba a que distância ela consegue ouvi-lo. E quando vier - diz o médico - dirá a que distância, o senhor estava quando ela o ouviu. Está certo?
- Certo, combinado então.
À noite, quando a mulher preparava o jantar, o marido decidiu fazer o teste.
Mediu a distância que estava em relação à mulher. E pensou: "Estou a 15 metros de distância. Vai ser agora".
- Maria, o que temos para jantar? - não ouviu nada. Então aproximou-se a 10 metros.
- Maria, o que temos para jantar? - nada ainda. Então, aproximou-se mais 5 metros.
- Maria, o que temos para jantar? - Silêncio ainda.
Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar:
- Maria! O que temos para jantar?
- Frango, droga ..... É a quarta vez que te respondo!
Como percebem, muitas vezes achamos que o problema ocorre com os outros, quando na realidade o problema é nosso, só nosso...
Quando apontamos um dedo para alguém, três dedos são apontados para a gente.

Todos nós temos a mania de jogar a culpa dos nossos problemas para os outros. Isso é cômodo e num primeiro momento é ótimo como justificativa. Mas se formos avaliar mais a fundo o assunto, veremos que estamos desatribuindo a responsabilidade de algo que nós fomos os reais responsáveis. Nós somos os únicos reais responsáveis pelas causas e consequências dos nossos pensamentos e atitudes. Ninguém é co-autor dos nossos erros, investidas furadas, ações infrutíferas: mesmo que tenha um aparente "causador" externo, ou influenciador externo, nós sempre tivemos o livre arbítrio para cair fora, corrigir o percurso, rever o procedimento e até "acordar" do pesadelo. Essa história de que somos vítimas, infelizes presas de algozes insaciáveis, é puro papo pra boi dormir. Se tivermos a coragem e a honestidade de olhar no espelho e ver somente a nossa imagem certamente teremos a lucidez necessária para enxergar a verdade. E por falar nisso, a quem você está apontando seu dedo no começo desse dia?

sexta-feira, 23 de maio de 2014

mensagem 23.05.14

Alpes Italianos
Nos Alpes Italianos existia um pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para produção de vinho. Uma vez por ano, acontecia uma grande festa para comemorar o sucesso da colheita. A  tradição exigia que nessa festa cada morador do vilarejo trouxesse uma garrafa do seu melhor vinho, para colocar dentro de um grande barril, que ficava na praça central.
Um dos moradores pensou: "Por que deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho? Levarei água, pois no meio de tanto vinho o meu não fará falta." Assim pensou e assim fez.
Conforme o costume, em determinado momento, todos se reuniram na praça, cada um com sua caneca para provar aquele vinho, cuja fama se estendia muito além das fronteiras do país.
Contudo, ao abrir a torneira, um absoluto silêncio tomou conta da multidão. Do barril saiu ... água!
"A ausência da minha parte não fará falta." foi o pensamento de cada um dos produtores... todos levaram somente água, deixaram em suas propriedades seu mais puro vinho.
Muitas vezes somos conduzidos a pensar :  "Tantas pessoas existem neste mundo! Se eu não fizer a minha parte, isto não terá importância”.

Não tenha dúvidas e não se engane que irá beber vinho e festejar se você deixar de levar a sua parte ...se assim continuarmos a pensar  vamos todos beber água em todas as festas. É fato e pra fato não tem argumento. “Se não beberdes desse vinho não farás parte comigo” disse Jesus. Que sejamos hoje instrumentos de paz, agentes da caridade e filhos verdadeiros de Deus verdadeiro.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

mensagem 22.05.14

Medidas para sapato
Um filósofo chinês escreveu a parábola Medida para Sapatos que expressa muito bem o que vem predominando hoje em dia, a falta de confiança em si mesmo.
Certo homem chamado Cheng ia comprar um novo par de sapato. Enquanto estava em casa tomou as medidas dos pés, e deixou-as numa cadeira. Quando foi para a rua, acabou esquecendo, e depois de entrar numa sapataria, disse consigo mesmo: Iiiih, esqueci trazer as medidas que deixei na cadeira e tenho de voltar para buscá-las . E assim o fez.
Mas, ao regressar, a loja já estava fechada e ele deixou de comprar os sapatos.
Ao ver a decepção do homem, uma pessoa que passava ao seu lado percebendo sua tristeza perguntou o que tinha acontecido e se poderia ajudá-lo e então Cheng contou tudo o que ocorrera.
E o homem perguntou a Cheng — Por que não experimentastes os sapatos na loja até achar o que lhe servisse?
Cheng respondeu: - Eu confiava mais nas medidas que em mim mesmo.

Amigo ouvinte: Muitos de nós perdemos a originalidade e até a essência por confiar mais no gosto dos outros. Com o comodismo deixamos de ser nós mesmos para ser igual a fulano ou beltrano, deixamos de lado tantas coisas só para não demonstrar que somos assim ou assado e passamos imitar os outros, chegando ao cúmulo em oferecer de bandeja a nossa própria personalidade.

Cada um é único e traz consigo uma bagagem de vivências, que torna singular e por mais que haja a vontade no sentido de copiar os outros, de tentar passar uma realidade camuflada que não é a nossa, jamais deixaremos de ser quem somos e nossa marca registrada deve ser coerente conosco. Seja diferente, seja mais gente que pensa e ama sua identidade, reflexo da imagem e semelhança de Deus.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

mensagem 21.05.14


“O discernimento consiste em saber até onde se pode ir.

Os Burros e o Mercado
Uma vez, num pequeno e distante vilarejo, apareceu um homem anunciando que compraria burros por R$10,00 cada. Como havia muitos burros na região, os aldeões iniciaram a caçada. O homem comprou centenas de burros a R$10,00, e como os aldeões diminuíram o esforço na caça, o homem anunciou que pagaria R$20,00 por cada burro.
Os aldeões foram novamente à caça, mas logo os burros foram escasseando e os aldeões desistiram da busca. A oferta aumentou então para R$25,00 e a quantidade de burros ficou tão pequena que já não havia mais interesse em caçá-los. O homem então anunciou que compraria cada burro por R$50,00! Como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos burros.
Na ausência do homem, seu assistente propôs aos aldeões:
— Sabem os burros que o homem comprou de vocês? Eu posso vendê-los a vocês a R$35,00 cada. Quando o homem voltar da cidade, vocês vendem a ele pelos R$50,00 que ele oferece, e ganham uma boa bolada.
Os aldeões pegaram suas economias e compraram todos os burros do assistente. Os dias se passaram, e eles nunca mais viram nem o homem, nem o seu assistente, somente burros por todos os lados.

Entendeu agora como funciona o mercado de ações?

terça-feira, 20 de maio de 2014

mensagem 20.05.14

SABER OUVIR
Saber ouvir é uma virtude que poucos têm. Não é à toa que nascemos com duas orelhas e apenas uma boca…
Quem não conhece uma pessoa que fala pelos cotovelos e não deixa ninguém falar? Ou aquela que se acha dona da verdade e não aceita nenhum tipo de discussão?
Benjamin Franklin resumiu isto quando disse:
“Se você me coloca sua opinião de uma maneira diretamente oposta ao meu modo de pensar, e não deixa espaço para negociação, eu sou obrigado a concluir – para proteger a mim e a minha auto-estima – que você está errado.
Por outro lado, se você coloca a sua opinião como uma hipótese, evidenciando boa vontade para discuti-la e explorá-la, na maioria das vezes eu vou me empenhar em comprovar que você está certo.”
Preste atenção nessa história:
Era fim de tarde e o avô passeava com o neto por uma das movimentadas praças da barulhenta cidade em que viviam.
Havia o barulho de pessoas, celulares, carros, ônibus, buzinas, sirenes, construções.
- Está ouvindo as cigarras cantando?
- Não, vô.
- Chegue mais perto, elas estão ali.
- Eu nunca vi uma cigarra por aqui! Será que elas ainda existem na cidade, Vô?
O avô se abaixou próximo ao banco da praça.
- As cigarras se disfarçam na folhagem e é difícil ver as danadinhas mas sei que estão por perto. Ainda moram por aqui, sim! Se formos de encontro ao som que emitem, talvez possamos ver a vibração de suas membranas, que é como cantam.
O neto se abaixou e conseguiu enfim ouvir a cigarra. Esta, com medo, parou de “cantar”. Mas os três continuaram lá, se observando, e quando a cigarra percebeu que o avô e neto não lhe representavam perigo, recomeçou a melódica. Os dois conseguiram vê-la e ouvi-la direitinho desta vez.
- Vô, como você consegue ouvir tão bem?
- Na verdade, eu não ouço mais tão bem, mas aprendi a prestar atenção ao que vale a pena ser escutado.
E naquele momento a criança e o velho ouviam muito bem a natureza da cidade.
- Veja que muitos passam e poucos escutam o som das cigarras. Agora veja o que acontece, se alguém irá ouvir este som baixíssimo...
O avô tira do bolso e deixa cair delicadamente uma moeda na calçada.
Na mesma hora, mesmo com a poluição sonora ao redor, várias pessoas olham para o chão bem na direção do dinheiro.
- Viu, não se trata de ouvir, mas de saber ouvir. Saber o que ouvir e escutar melhor. "Deus é isto: A beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também."

O que você anda escutando meu amigo ouvinte?

segunda-feira, 19 de maio de 2014

mensagem 19.05.14

O Valor da Bíblia
Há muitos anos, existiu um homem muito rico que no dia do seu aniversário convocou seus empregados a sua sala para receberem presentes.
Colocou-os a sua frente na seguinte ordem: cocheiro, jardineiro, cozinheira, arrumadeira e o pequeno mensageiro.
Em seguida dirigindo-se a eles, explicou o motivo de os haver chamado até ali e, por fim, fez a todos uma pergunta, esperando de cada um a sua própria resposta.
Essa foi a pergunta feita :
— O que prefere você receber agora : esta Bíblia ou este valor em dinheiro ?
— Eu gostaria de receber a Bíblia. Respondeu pela ordem o cocheiro. Mas, como não aprendi a ler, o dinheiro me será bastante mais útil! Recebeu então a nota, de valor elevado na época, e agradeceu ao patrão.
Esse pediu-lhe que permanecesse em seu lugar.
Era a vez do jardineiro fazer a sua escolha e, escolhendo bem as palavras, falou :
— Minha mulher está adoentada e por esta razão tenho necessidade do dinheiro; em outra circunstância escolheria, sem dúvida, a Bíblia. Como aconteceu com o primeiro, ele também permaneceu na sala após receber o valor das mãos do patrão.
Agora, pela ordem, falaria a cozinheira, que teve tempo de elaborar bem a sua resposta :
— Eu sei ler, porém, nunca encontro tempo para sequer folhear uma revista; portanto, aceito o dinheiro para comprar um vestido novo.
A resposta em seguida da arrumadeira — Eu já possuo uma Bíblia e não preciso de outra; assim, prefiro o dinheiro.Informou a arrumadeira, em poucas palavras.
Finalmente, chegou a vez do menino de recados.
Sabendo-o bastante necessitado, o patrão adiantou-se em dizer-lhe :
— Certamente você também ira preferir dinheiro, para comprar uma nova sandália, não é isso, meu rapaz ?
— Muito obrigado pela sugestão. De fato estou precisando muito de um calçado novo, mas vou preferir a Bíblia. Minha mãe me ensinou que a Palavra de Deus é mais desejável do que o ouro...Disse o pequeno mensageiro.
Ao receber o bonito volume, o menino feliz o abriu e nisso caiu aos seus pés uma moeda de ouro. Virando outras paginas, foi deparando com outros valores em notas. Vendo isso, os outros criados perceberam o seu erro e envergonhados deixaram o recinto.

A sós com o menino, disse-lhe comovido o patrão : "Que Deus o abençoe, meu filho, e também a sua mãe, que tão bem o ensinou a valorizar a Palavra de Deus"
 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

mensagem 15.05.14

Hoje vamos para china – é um Estado insular localizado na Ásia Oriental, ,  os valores tradicionais são derivados da versão ortodoxa o confucionismo. Religião - Na China existe uma grande diversidade religiosa. As principais religiões são: Confucionismo e Taoísmo (consideradas também como filosofias de vida), BudismoIslamismo e Cristianismo. Bem, mas os problemas de relacionamentos são iguais a qualquer lugar do mundo.
A Casa da Sogra

Uma jovem chamada Lin, que se casou e foi viver com o marido na casa da sogra. De primeira pegou raiva da sogra, a convivência virou inferno Os temperamentos eram muito diferentes. No entanto, segundo as tradições antigas da China, a nora tem que estar sempre ao serviço da sogra e obedecer-lhe em tudo. Mas Lin, tomou a decisão de ir consultar um Mestre, velho amigo do seu pai.
Depois de ouvir a jovem, e a vontade dar fim a sogra, o Mestre Huang pegou num ramalhete de ervas medicinais e disse-lhe:
— Para te livrares da tua sogra, não as deves usar de uma só vez, pois isso poderia causar suspeitas. Vais misturá-las com a comida, pouco a pouco, dia após dia, e assim ela vai-se envenenando lentamente. Mas, para teres a certeza de que, quando ela morrer, ninguém suspeitará de ti, deverás ter muito cuidado em tratá-la sempre com muita amizade. Não discutas e ajuda-a a resolver os seus problemas.
Lin respondeu:
— Obrigado, Mestre Huang, farei tudo o que me recomenda
Lin ficou muito contente e voltou entusiasmada com o projeto de assassinar a sogra. Durante várias semanas, Lin serviu, dia sim dia não, uma refeição preparada especialmente para a sogra. Controlava o temperamento, obedecia à sogra em tudo e tratava-a como se fosse a sua mãe e quase nunca se aborrecia. Durante estes meses, não teve uma única discussão com a sogra, que também se mostrava muito mais amável e mais fácil de tratar com ela. As atitudes da sogra também mudaram e ambas passaram a tratar-se como mãe e filha.
Certo dia, Lin foi procurar o Mestre Huang, para lhe pedir ajuda e disse-lhe:
— Mestre, por favor, ajude-me a evitar que o veneno venha a matar a minha sogra. É que ela transformou-se numa mulher agradável e gosto dela como se fosse a minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que lhe dou.
Mestre Huang sorriu e abanou a cabeça:
— Lin, não te preocupes. A tua sogra não mudou. Quem mudou foste tu. As ervas, que te dei, são vitaminas para melhorar a saúde. O veneno estava nas suas atitudes, mas foi sendo substituído pelo amor e carinho que lhe começaste a dedicar. Quando você muda o mundo muda com junto com você. Você foi curada pelo amor.
Amigo ouvinte:
Na China, há um provérbio que diz: A pessoa que ama os outros também será amada
Os árabes têm outro que diz: O nosso inimigo não é aquele que nos odeia, mas aquele que nós odiamos

Cristo nos deu um mandamento que resume nossa convivência como irmãos: “Amai-vos uns aos outros assim como eu vos amei”

quarta-feira, 14 de maio de 2014

mensagem 14.05.14

A arte da Amizade

Pesquisadores da universidade de Yale, nos Estados Unidos da América, realizaram um estudo com dez mil executivos Seniors para medir o poder da amizade na qualidade de vida dos americanos.
O resultado foi impressionante: ter amigos reduzia em nada menos que 50% o risco de morte, sobretudo por doenças, num período de cinco anos. Estas informações publicadas por um jornal carioca, recentemente, nos convidam a pensar a respeito das amizades que cultivamos.
Muitos de nós temos facilidade para fazer novos amigos. Mas, nem sempre temos habilidade suficiente para manter essas amizades. É que, pelo grau de intimidade que os amigos vão adquirindo em nossas vidas, nos esquecemos de respeitá-los.
Assim, num dia difícil, acreditamos que temos o direito de gritar com o amigo. Afinal, com alguém devemos desabafar a raiva que nos domina. Porque estamos juntos muitas horas, justamente por sermos amigos, nos permitimos usar para com eles de olhares agressivos, de palavras rudes.
Ou então, usamos os nossos amigos para a lamentação constante. Todos os dias, em todos os momentos em que nos encontramos, seja para um lanche, um passeio, uma ida ao teatro ou ao cinema, lá estamos nós, usando os ouvidos dos nossos amigos como lixeira.
É isso mesmo. Despejando neles toda a lama da nossa amargura, das nossas queixas, das nossas reclamações. Quase sempre, produto da nossa forma pessimista de ver a vida. Sim, nossos amigos devem saber das dificuldades que nos alcançam para nos ajudar. O que não quer dizer que devamos estragar todos os momentos de encontro, de troca de afetos, com os nossos pedidos, a nossa tristeza.
Os amigos também têm suas dificuldades e para nos alegrar, procuram esquecê-las e vêm, com sua presença, colocar flores na nossa estrada árida. Outras vezes, nos permitimos usar nossos amigos para brincadeiras tolas, até de mau gosto.
Acreditando que eles, por serem nossos amigos, devem suportar tudo. E quase sempre nos tornamos inconvenientes e os machucamos.
Por isso, a melhor fórmula para fazer e manter amigos é usar a gentileza, a simpatia, a doçura no trato com as pessoas.
Lembremos que a amizade, como o amor, necessita ser alimentada como as plantas do nosso jardim. Por isso a amizade necessita, para se manter da terra fofa da bondade, do sol do afeto, da chuva da generosidade, da brisa leve dos pequenos gestos de todos os dias.
Usa a cortesia nos teus movimentos e ações, gerando simpatia e amizade.
Podes começar no teu ambiente de trabalho. Os que trabalham contigo merecem a tua consideração e o teu respeito.
Torna-os teus amigos. Por isso, no trato com eles, usa as expressões: por favor, muito obrigado.
Lembra-te de dizer bom dia, com um sorriso, desejando de verdade que eles todos tenham um bom dia.
Observa e ajuda quanto puderes, gerando clima de simpatia.
Seja amigo de todos e espalhe o perfume da amizade por onde você for e onde estiveres.

terça-feira, 13 de maio de 2014

mensagem 13.05.14

A Arrogância (História Verídica)

O diálogo abaixo é verídico e foi travado em outubro de 1995 entre um navio da Marinha Norte Americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de New foun dland.
Os americanos começaram:
— Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação.
Os canadenses responderam prontamente :
— Recomendo mudar o SEU curso 15 graus para sul.
O capitão americano irritou-se :
— Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude o SEU curso.
Mas o canadense insistiu :
— Não. Mude o SEU curso atual.
A situação foi se agravando.
O capitão americano berrou ao microfone :
— ESTE É O PORTA-AVIÕES LINCOLN DOS EUA, O SEGUNDO MAIOR NAVIO DA FROTA AMERICANA NO ATLÂNTICO. ESTAMOS ACOMPANHADOS DE TRÊS DESTRÓIERES, TRÊS FRAGATAS E NUMEROSOS NAVIOS DE SUPORTE. EU EXIJO QUE VOCÊS MUDEM SEU CURSO 15 GRAUS PARA NORTE, UM, CINCO, GRAUS NORTE, OU ENTÃO TOMAREMOS CONTRAMEDIDAS PARA GARANTIR A SEGURANÇA DO NAVIO.
E o canadense respondeu :
— Aqui é um farol, câmbio !
Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos...
Quantas vezes criticamos a ação dos outros, quantas vezes exigimos mudanças de comportamento nas pessoas que vivem perto de nós, quando na verdade nós é que deveríamos mudar o nosso rumo... Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil da nossa arrogância e vaidade.

VOCÊ IRÁ CONTINUAR NA ROTA DA ARROGÂNCIA? 

segunda-feira, 12 de maio de 2014

mensagem 11.05.14

Flores para o Dia das Mães
Quando meu marido anunciou calmamente que, após onze anos de casamento, havia dado entrada em nosso divórcio e estava saindo de casa, meu primeiro pensamento foi para os meus filhos. O menino tinha apenas cinco anos e a menina, quatro. Será que eu conseguiria nos manter unidos e passar para eles um sentido de "família"? Será que eu, criando-os sozinha, conseguiria manter o nosso lar e ensinar-lhes a ética e os valores dos quais certamente precisariam para a vida? A única coisa que eu sabia era que precisava tentar.
Freqüentávamos a igreja todos os domingos. Durante a semana, eu arranjava tempo para rever os deveres de casa com eles e, freqüentemente, discutíamos a importância de fazermos as coisas certas. Isso me tomava tempo e energia quando eu tinha pouco de ambos para dar. Mas o pior era não saber se realmente estavam absorvendo tudo aquilo tudo.
Ao entrarmos na igreja no Dia das Mães, dois anos após o divórcio, notei carrocinhas cheias de vasos com os as mais lindas flores ladeando o altar. Durante o sermão, o padre disse que, a seu ver, ser mãe era uma das tarefas mais difíceis da vida e que merecia não só reconhecimento como, também, recompensa. Assim, pediu que cada criança fosse até a frente da igreja para escolher uma linda flor e entregá-la à mãe como símbolo do quanto era amada e estimada.
De mãos dadas, meu filho e minha filha percorreram o corredor com as outras crianças. Juntos, refletiram sobre qual planta trazer para mim. Nó havíamos passado momentos muito difíceis e esse pequeno gesto de valorização era tudo que eu precisava. Olhei aquelas lindas begônias, as margaridas douradas e os amores-perfeitos violetas e pus-me a planejar onde plantar o que quer que escolhessem para mim, pois certamente trariam uma linda flor como demonstração do seu amor.
Meus filhos levaram a tarefa muito a sério e olharam cada vaso. Muito depois de as outras crianças já terem retornado aos seus lugares e presenteado suas mães com uma linda flor, meus dois ainda escolhiam. Finalmente, com um grito de alegria, acharam algo bem no fundo. Com sorrisos exuberantes a iluminar seus rostos, avançaram satisfeitos pelo corredor até onde eu estava sentada e me presentearam com a planta que haviam escolhido como demonstração de seu apreço por mim pelo Dia das Mães.
Fiquei olhando estarrecida para aquele pequeno ser, murcho e doentio que meu filho estendia em minha direção. Aflita aceitei o vaso de suas mãos. Era óbvio que os dois haviam escolhido a menor planta, a mais doente de todas nem flor tinha. Olhando para rostinhos sorridentes, percebi o orgulho que sentiam daquela escolha e, sabendo o quanto haviam demorado para selecionar aquela planta em especial, sorri e aceitei a lembrança.
Mais tarde, no entanto, tive de perguntar - de todas aquelas flores maravilhosas, o que os havia feito escolher justamente aquela para me dar?
Todo orgulhoso, meu filho declarou:
- É que aquela parecia precisar de você, mamãe. Nós somos prova disso, sabemos o quanto com seu amor de mãe renovou tudo em nossas vidas. É ela que precisa da senhora agora.
Enquanto as lágrimas escorriam pelo meu rosto, abracei meus dois filhos, bem apertado. Eles acabavam de me dar o maior presente de Dia das Mães que jamais poderiam ter imaginado. Todo o meu trabalho e sacrifício não havia sido em vão eles iam crescer perfeitamente bem.
“Quando percebemos que em nossos braços temos o tesouro inestimável do amor incondicional e dele os filhos usufruem da segurança que recebem, encontram o entendimento de suas necessidades e partilham do reconhecimento de suas características únicas para tornarem-se adultos felizes, uma luz nos envolve mostrando o sentido de que ser mãe é divino, nos tornamos plenas.

Aprendemos como mães que jamais devemos "fugir" da oportunidade de mostrar aos filhos que eles são amados, desejados e importantes. Nosso maior presente se reconhece ao aceitarmos o presente mais precioso que Deus nos deu: Nossos filhos!”

mensagem 12.05.14

Em Busca do Boi
Conta uma história da tradição budista que um monge entrou em um vilarejo montado em um boi, e os habitantes da vila lhe perguntaram onde estava indo.
Ele então respondeu que estava em busca de um boi.
As pessoas se entreolharam, intrigadas, e então começaram a rir. O monge se foi. No dia seguinte, de novo montando um boi, o monge voltou ao vilarejo. E de novo as pessoas lhe perguntaram o que buscava.
"Procuro um boi", foi novamente a resposta. Outra vez o monge se foi, em meio ao riso de todos.
No terceiro dia o fato se repetiu: "o que busca?" e o monge, montado no boi, disse ser um boi o que buscava. Só que a piada já perdera a sua graça e as pessoas protestaram, dizendo: "olhe aqui, você é um monge, supostamente uma pessoa santa, sábia, e mesmo assim você vem aqui à procura de um boi quando, o tempo todo, é sobre um boi que você está sentado." Ao que replicou o monge: "também assim é a sua procura de Deus."
E assim é conosco. Tantas e tantas vezes saímos em busca de algo que estava conosco o tempo todo, sem que nos déssemos conta. Achamos que a nossa realização está em outro trabalho, outra profissão, outra família, outros amigos... e chegamos por vezes a partir em uma busca inútil quando, se olhássemos com um pouco mais de atenção - talvez com um pouco mais de boa vontade - para aquilo que já temos, descobriríamos que o " boi" que tanto procurávamos, estava nos carregando todo o tempo.
É preciso olhar para frente, sim, traçar metas, segui-las. Mas sem perder a noção do potencial de realização e felicidade que esta bem aqui, na nossa realidade presente.
Se você aprender a olhar para sua própria vida, pode descobrir que sua esposa, ou seu marido, ainda conserva muito daquilo que fez você se apaixonar há 10, 20, 50 anos.
Que sua profissão continua tendo muito em comum com suas ideias de vida - apesar de seu desgaste, de seu cansaço.
Que seu trabalho ainda guarda chances e as perspectivas que tanto prometiam. Estão apenas um tanto encobertas pela poeira do tempo que passou, enquanto você esteve ocupado demais para aproveitá-las.

A felicidade precisa ser perseguida. Mas muitas, muitas vezes, sofremos e choramos sentados sobre ela.

sábado, 10 de maio de 2014

mensagem 10.05.14

As mãos feias 

Há muito tempo atrás, existiu uma menina, muito linda, saudável e amável. Não havia ninguém que não gostasse da menina, que tinha 8 anos.  Mas a menina ficava constrangida sempre que a viam com a sua mãe. A mãe da menina era cheia de cicatrizes no corpo  e no rosto. Mas as mãos da senhora eram ainda mais horrorosas. 

Eram vermelhas, constantemente saia pus e ficava em carne viva. Tinha ainda deformações horríveis.
A menina detestava estar com a mãe em público.
Não entendia porque a mãe era assim, e se constrangia com a sua presença na escola ou em festinhas a qual era convidada.

 Um dia, cansada de ser esculachada pelas colegas e ouvir comentários de pena dos professores, a menina chamou a mãe e perguntou:
- Mãe, não há nada que você possa fazer em relação ao seu corpo e suas mãos? - Não minha filha. - respondeu a mãe.
- Mas por que?
- Os médicos disseram que era irreversível minha filha.
- Por que você ficou assim? Por que você não é igual a mãe das minhas colegas, que são lindas e possui mãos mais belas ainda?

A mãe olhou para a filha e respondeu:
- Há sete anos atrás, eu estava tomando banho e a minha empregada deixou uma vela acesa próximo da cortina.
A cortina pegou fogo em contato com a vela. Saí do banho e fiquei desesperada, pois bem próximo a cortina estava o berço da minha filha. 

Desesperada e vendo o fogo se alastrar, puxei a cortina com as minhas mãos, e, sem querer a cortina se enrolou no meu corpo, com o fogo alto. A empregada trouxe um balde de água, e foi por isso que me salvei a tempo. Mas as cicatrizes se  tornaram irreversíveis. 

Mas não me arrependo, e a feiúra das minhas mãos foi um preço pequeno a pagar pela vida da minha filha.
A menina chorou e se abraçou a mãe, pedindo perdão.
Daquele momento em diante, nunca mais se envergonhou dela, e todos os dias repetia: Obrigada. Agradeça sempre por se preocuparem com você, e nunca se envergonhe das deficiências dos outros. Lembre-se, que por amor fazemos qualquer coisa, e que a beleza é algo secundário
.

Mãe, amor 
sincero sem exagero. Maior que o teu amor, só o amor de Deus... És uma árvore fecunda, que germina um novo ser. Teus filhos, mais que frutos, são parte de você... És capaz de doar a própria vida para salva-los. E muito não te valorizam... Quando crescem, de te esquecem. São poucos, os que reconhecem... Mas, Deus nunca lhe esquecerá. E abençoará tudo que fizerdes aos seus... Peço ao Pai Criador que abençoe você. Um filho precisa ver o risco que é ser mãe... 

sexta-feira, 9 de maio de 2014

mensagem 09.05.14

A lição mais importante
Há muito, muito, muito tempo, Jesus veio à Terra para ensinar aos homens a viver melhor, sem brigas, sem discussões, como Moisés já havia ensinado antes.
Um dia ele subiu a um monte para rezar. E passou a noite no monte.
Ao amanhecer, chamaram seus amigos, aqueles que o seguiam e aprendiam com Ele a fazer a Vontade de Deus e viver melhor, mais feliz.
Descendo um pouco o monte, parou num lugar plano, no alto, onde se achava grande quantidade de amigos seus e uma multidão de gente.
Eles queriam tocar em Jesus porque achavam que bastava tocar Nele para ficarem curados. E todos queriam ouvir o que Jesus ia dizer.
Você sabe o que Jesus fez?
Jesus então começou a falar:
“Felizes os que são mansos (calmos, que não gostam de violência, confusão, etc.)”
Ele explicou também que um mandamento de Moisés era o mais importante de todos e valia por todos eles. É o que diz: Amar a Deus sobre todas as coisas.
Jesus acrescentou que além de amar a Deus, nós também temos que amar as outras pessoas como amamos a nós mesmos.
Durante muito tempo, Jesus continuou ensinando muitas coisas àquelas pessoas que tinham ido vê-lo, ouvi-lo e serem curadas.
No meio do povo havia muitas crianças que foram com seus pais para ouvirem ou serem curadas por Jesus. Essas crianças não entendiam muito bem todas as coisas que Jesus falava.
Sabe o que as crianças ficaram fazendo enquanto Jesus falava?
As crianças estavam inquietas, então, os pais mandaram as crianças se sentarem no chão e ouvir o que Jesus estava dizendo:
“Por isso, tudo quanto quiserem que os outros lhe façam, façam vocês também a eles. É isso que os Mandamentos de Moisés e todos os outros ensinamentos querem dizer.”
Algumas pessoas seguiram o que Jesus disse e aprenderam a viver melhor. Outras pessoas logo, logo, esqueceram o que Jesus ensinou e continuaram a não se preocupar em só fazer aos outros o que gostariam que fizessem a elas.
Amigo ouvinte, cada segundo que vivemos é um momento novo e único do universo, um momento que nunca mais existirá...
E o que é que ensinamos aos nossos filhos? Ensinamos a eles que dois mais dois são quatro, e que Paris é a capital da França.
Quando ensinaremos a eles o que eles são?
Deveríamos dizer a cada um deles: Sabe o que você é? Você é uma maravilha. Você é único. Em todos os anos que se passaram, nunca houve outra criança como você. Suas pernas, seus braços, seus dedos inteligentes, a maneira como você se move.
Você pode se tornar um Shakespeare, um Michelangelo, um Beethoven. Você tem capacidade para qualquer coisa. Sim, você é uma maravilha. E quando crescer, como então poderá fazer mal a uma outra pessoa que, como você, é uma maravilha?

Você deve trabalhar - todos devemos - para tornar o mundo digno de suas crianças.

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