LUGAR COM IMAGEM, CHEIRO E SENTIMENTO DE PAZ
Esse lugar existe e não está longe dos olhos, do toque e da alma, aliás é dela que vem o cheiro. O sentimento vem da decisão e a paz se resume em uma frase "eu posso", assim saberás que tudo emana de dentro de você e invade as outras almas como perfume maravilhoso chamado amor. Você constrói o seu destino e Jesus orienta no caminho.

KACO BARROS

SHOW DOS BAIRROS E UM CANTO PARA DEUS, CLIQUE NA IMAGEM

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08H ÀS 12H - SHOW DOS BAIRROS E 08H ÀS 10H DOMINGO - UM CANTO PARA DEUS

APENAS REFLITA SUA VIDA

TENHO ALGO A LHE DIZER

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ESTOU AO VIVO DE 08:00h às 12:00h

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quinta-feira, 31 de julho de 2014

mensagem 31.07.14

É SÓ TIRAR O BODE DA SALA


Certa vez, um homem foi até a cidade para falar com o velho padre. Na verdade ele queria descarregar suas reclamações; morava numa velha casinha, com crianças berrando o dia inteiro, a sogra reclamando de tudo e com todos, a mulher que só não ficava suspirando pelos cantos porque não havia cantos disponíveis. O velho padre (um conselheiro do vilarejo), pensou, pensou e perguntou:

-- Você cria um bode também, certo?

-- Certo.

-- Então, coloque esse bode dentro de casa?

-- Como é que é? Como isso vai melhorar minha vida?

-- Experimente fazer o que eu disse por uma semana.

Bem, lá se foi o homem, ainda cabreiro com a orientação do padre, mas acatou o pedido e foi colocar o bode dentro de casa. Depois de uma semana, voltou ao velho padre:

-- Padre, coloquei o bode em casa e as coisas só pioraram. O bode está comendo os poucos móveis que temos, ameaçando chifrar as crianças, fica berrando a noite inteira e não deixa ninguém dormir, fora o cheiro horrível que está pela casa.

-- Bom, disse o padre, tire o bode de casa e depois volte aqui.

O homem voltou depois de alguns dias, e era só sorrisos:

-- Padre, muito obrigado! Minha casa agora é um paraíso! Sem o bode lá dentro todos se dão melhor, as crianças podem andar sem medo, minha sogra está toda animada escolhendo novas coberturas para os moveis, minha mulher está até mais carinhosa comigo, a casa está cheirando a limpeza....


MORAL DA HISTÓRIA: 

A VIDA É ASSIM MESMO, ÀS VEZES ALGUMAS PESSOAS E ATÉ NÓS MESMOS COLOCAMOS OS BODES EM NOSSAS SALAS E NÃO O VEMOS... FICAMOS A PROCURA DE CULPADOS OU CULPANDO A TODOS PELOS INSUCESSOS, OU AINDA A PROCURA DE SOLUÇÕES MILAGROSAS PARA RESOLVER UM OU VÁRIOS PROBLEMAS.... QUANDO SÓ O QUE É PRECISO FAZER É TIRAR O BODE DA SALA.

terça-feira, 29 de julho de 2014

mensagem 29.07.14

Semeando

Dona Angélica era professora. Residia em uma pequena cidade e dava aulas numa vila próxima.
Não era considerada uma pessoa equilibrada em razão do seu comportamento, que parecia um tanto esquisito.
Os alunos da escola de primeiro grau tinham-na como uma pessoa muito estranha.
Eles observavam que a professora, nas suas viagens de ida e volta do lar à escola, fazia gestos e movimentos com as mãos, que não conseguiam entender, e por esse motivo, pensavam que ela era
meio fora do juízo.
Pela janela do trem, dona Angélica fazia acenos como se estivesse dizendo adeus a alguém invisível aos olhos de todos. As crianças faziam zombarias, criticavam-na, mas ela não sabia, pois os comentários eram feitos às escondidas. Todos, inclusive os pais e demais professores, achavam que ela era maluca, embora reconhecessem que era uma excelente educadora.
Os anos se passavam e a situação continuava a mesma.
Várias gerações receberam, da bondosa e dedicada professora, ensinamentos valiosos e abençoados.
Dona Angélica era uma pessoa de boas maneiras, calma e gentil, mas não muito bem compreendida.
Envelhecia no exercício do dever de preparar as crianças para um futuro melhor, com espírito de abnegação e devotamento quase maternal.
Certo dia em que viajava para sua querida escola, com diversas crianças na mesma classe do trem, movimentava, como sempre, as mãos para fora da janela.
Os alunos sentados na parte de traz sorriam maliciosamente quando Alberto, seu aluno de dez anos, sentou-se ao seu lado e, com ternura lhe perguntou:
- Professora, porque você insiste em continuar com essas atitudes loucas?
- Que deseja dizer, filho? Interrogou, surpresa, a bondosa senhora.
- Ora, professora - continuou ele, - você fica abanando as mãos para os animais ou... Isso não é loucura?
A mestra amiga compreendeu e sorriu. Sinceramente emocionada,chamou a atenção do aluno, dizendo:
- Veja minha bolsa - e apontou para o fundo da bolsa de couro forrado.
- Nota o que há aí dentro?
- Sim - respondeu Alberto.
- Eu vejo que há algo aí, mas o que é isso?
A professora respondeu calmamente:
- É pólen de flores. São pequenas sementes...
- Há quase vinte anos eu passo por este caminho, indo e vindo da escola.
A estrada, antes, era feia, árida, desagradável.
- Eu tive a idéia de a embelezar, semeando flores.
Desse modo, de quando em quando, reúno sementes de belas e delicadas flores do campo e as atiro pela janela...
- Sei que cairão em terra amiga e, acarinhadas pela primavera, se transformarão em plantas a
produzirem flores, dando cor e alegria à paisagem. - Como você pode perceber, a paisagem já não é mais árida.


Há flores de diversos tipos e suave perfume que a brisa se encarrega de espalhar por todos os lados.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

mensagem 28.07.14

“Comunicação não é o que você fala, mas o que o outro compreende do que foi dito"
                            Se você me ama, me diga!
Ronaldo não se esqueceu daquele dia de verão em que seu filho mais velho quase sofreu um acidente sério. Junior mal tinha um ano de carteira e isso deixava Ronaldo nervoso toda vez que o rapaz saía de carro. A proximidade com o desastre aumentou sua ansiedade.
Um dia, logo depois do quase acidente, Junior disse ao pai que ia a uma festa e voltaria tarde.
- Dirija com cuidado! – Ronaldo advertiu.
Junior virou-se para o pai com um olhar de tristeza e perguntou:
- Por que você sempre diz isso?
- Digo o quê?
- "Dirija com cuidado." É como se você não confiasse em mim dirigindo.
- Não, filho, não é nada disso – Ronaldo explicou. – É só uma maneira de dizer "Eu te amo".
- Olhe, papai, se você quer dizer que me ama, diga isso! Se não, posso confundir a mensagem.
- Mas... – Ronaldo hesitou. – E se seus amigos estiverem com você? Se eu disser "Eu te amo", você pode ficar sem graça.
- Nesse caso, papai, quando estiver se despedindo, basta colocar sua mão perto do coração e eu vou fazer a mesma coisa – junior sugeriu.
O pai entendeu que seu filho, tanto quanto ele, queria expressar seu amor.
- Estamos combinados – ele disse.
Alguns dias depois, o filho estava pronto para sair de novo, dessa vez com um amigo.
- Papai, pode me emprestar o carro? – ele pediu.
- Claro – o pai respondeu. – Aonde você vai?
- Ao centro da cidade.
E o pai lhe deu as chaves.
- Junior, divirta-se – disse o pai, colocando discretamente a mão perto do coração.
O filho fez a mesma coisa.
- Claro, papai.
O pai piscou. E Junior, chegando perto do pai, falou baixinho:
- Piscar não faz parte do nosso trato pai.
E o pai ficou meio surpreso. Sem jeito, pensou que tinha feito algo que pudesse complicar a comunicação entre os dois, tinha colocado tudo a perder.
- Tudo bem, papai, até mais tarde –  o filho disse enquanto se dirigia à porta do carro.
Antes de entrar no carro, ele se virou, piscou e colocou a mão no seu peito e o pai com sorriso fez o mesmo.


sexta-feira, 25 de julho de 2014

mensagem 25.07.14

Na estante

Quando Cátia chegou em casa depois da escola, ela deu um beijo em sua mãe, agarrou um biscoito e foi para o piano. A mãe sorriu quando Cátia começou a tocar sua música favorita. Cátia adorava música e tocar piano.

Quando parou de tocar, ela foi até a cozinha.
- A Lúcia convidou algumas de nós para jogar vídeo game hoje à noite. - ela disse - Eu posso ir?
- Acho que sim. - sua mãe concordou - A propósito, a Sra. Parker ligou hoje. Ela disse que gostaria que você tocasse na festa da escola de música, na semana que vem. Eu disse que lhe perguntaria, mas que eu estava certa de que você aceitaria.
- Ah, mãe! - Cátia exclamou com desânimo - Não quero fazer isto! Hoje à noite eu ligo e falo com ela.

Ela fechou a cara e saiu da cozinha antes que sua mãe pudesse protestar. A mãe suspirou. Apesar da habilidade e do amor de Cátia pela música, ela rejeitava qualquer proposta de tocar em público.
- Tocarei quando eu for mais velha. Era o que sempre dizia.

Quando Cátia voltou da casa da Lúcia naquela noite, ela parecia triste.
- Você não se divertiu? Sua mãe perguntou.
- Oh, sim. - Cátia murmurou - Mas sabe o que é? Nós estávamos no quarto da Lúcia e em cima da estante eu vi o colar que eu dei para ela no seu aniversário. Ainda está na caixa! Quando eu dei a ela, ela disse que era bonito e que tinha gostado. Se ela realmente gostou, por que ela não usa? Eu gastei dois meses de mesada para pagar o colar que agora só fica guardado!

- Eu sinto muito. - a mãe respondeu simpaticamente - Talvez ela use mais tarde.

E, depois de uma ligeira pausa, adicionou,
- Cátia, você não estará tratando o presente que Deus lhe deu da mesma forma que a Lúcia está tratando o seu?
- Como assim? Cátia perguntou.

- Deus lhe deu o presente da música, inclusive a habilidade de tocar piano. Você gosta de tocar em casa, mas como a Lúcia, você parece pouco disposta a "tirar seu presente da estante" e usar em qualquer outro lugar.

Cátia ficou calada e pensativa por algum tempo. Finalmente admitiu,
- Acho que você está certa. Eu direi à Sra. Parker que aceito o convite. E catia tocou lindas musicas, o seu dom estava sendo usado...quem deu ? foi Deus! Use o seu também!
Na estante 

Quando Cátia chegou em casa depois da escola, ela deu um beijo em sua mãe, agarrou um biscoito e foi para o piano. A mãe sorriu quando Cátia começou a tocar sua música favorita. Cátia adorava música e tocar piano.

Quando parou de tocar, ela foi até a cozinha.
- A Lúcia convidou algumas de nós para jogar vídeo game hoje à noite. - ela disse - Eu posso ir?
- Acho que sim. - sua mãe concordou - A propósito, a Sra. Parker ligou hoje. Ela disse que gostaria que você tocasse na festa da escola de música, na semana que vem. Eu disse que lhe perguntaria, mas que eu estava certa de que você aceitaria.
- Ah, mãe! - Cátia exclamou com desânimo - Não quero fazer isto! Hoje à noite eu ligo e falo com ela.

Ela fechou a cara e saiu da cozinha antes que sua mãe pudesse protestar. A mãe suspirou. Apesar da habilidade e do amor de Cátia pela música, ela rejeitava qualquer proposta de tocar em público.
- Tocarei quando eu for mais velha. Era o que sempre dizia.

Quando Cátia voltou da casa da Lúcia naquela noite, ela parecia triste.
- Você não se divertiu? Sua mãe perguntou.
- Oh, sim. - Cátia murmurou - Mas sabe o que é? Nós estávamos no quarto da Lúcia e em cima da estante eu vi o colar que eu dei para ela no seu aniversário. Ainda está na caixa! Quando eu dei a ela, ela disse que era bonito e que tinha gostado. Se ela realmente gostou, por que ela não usa? Eu gastei dois meses de mesada para pagar o colar que agora só fica guardado!

- Eu sinto muito. - a mãe respondeu simpaticamente - Talvez ela use mais tarde.

E, depois de uma ligeira pausa, adicionou,
- Cátia, você não estará tratando o presente que Deus lhe deu da mesma forma que a Lúcia está tratando o seu?
- Como assim? Cátia perguntou.

- Deus lhe deu o presente da música, inclusive a habilidade de tocar piano. Você gosta de tocar em casa, mas como a Lúcia, você parece pouco disposta a "tirar seu presente da estante" e usar em qualquer outro lugar.

Cátia ficou calada e pensativa por algum tempo. Finalmente admitiu,
- Acho que você está certa. Eu direi à Sra. Parker que aceito o convite. E catia tocou lindas musicas, o seu dom estava sendo usado...quem deu ? foi Deus! Use o seu também!

quarta-feira, 23 de julho de 2014

mensagem 23.07.14

Conta-se que um dia um homem parou na frente do pequeno bar, tirou do bolso uma trena, mediu a porta e falou em voz alta:
- Dois metros de altura por oitenta centímetros de largura.
Admirado, mediu-a de novo. E assim tornou a medi-la várias vezes. Curiosas, as pessoas que por ali passavam começaram a parar. Voltando-se para os curiosos o homem exclamou:
- Parece Mentira! Esta porta mede apenas dois metros de altura e oitenta centímetros de largura. No entanto, por ela passou todo o meu dinheiro, meu carro, o pão dos meus filhos; passaram os meus móveis, a minha casa com terreno, e não foram apenas os bens materiais, por ela também passaram a minha saúde, as esperanças da minha esposa, passou toda a felicidade do meu lar. Além disso, passaram também a minha dignidade, a minha honra, os meus sonhos, meus planos.
Sim, senhores, todos os meus planos de construir uma família feliz passaram por esta porta, dia após dia, gole por gole.

Hoje eu não tenho mais nada. Nem família, nem saúde, nem esperança. Mas quando eu passo pela frente desta porta, ainda ouço o chamado daquela que é responsável pela minha desgraça. Ela ainda me chama insistentemente. “só mais um trago!” “só hoje!” “uma dose apenas!” E mais uma vez eu caia na armadilha dizendo comigo mesmo: “Quando eu quiser eu paro!” Isso é o que muita gente pensa, mas só pensa. Eu comecei com um cálice, mas hoje a bebida me dominou por completo.
Hoje eu sou um trapo humano! E a bebida? Bem, a bebida continua fazendo vítimas. Por isso é que eu lhes digo senhores: esta porta é a porta mais larga do mundo! Ela tem enganado muita gente.
Hoje eu sei dos malefícios do álcool, mas muita gente ainda não sabe. Ou, se sabe, finge que não sabe, para não admitir que esta sob o domínio da bebida.

Ah, se os senhores soubessem o inferno que é ter a vida destruída pelo vício, certamente passariam longe dele e protegeriam sua família contra suas ameaças!

terça-feira, 22 de julho de 2014

mensagem 22.07.14


 Numa cidade do interior, um padeiro foi ao delegado e apresentou queixa contra o vendedor de açúcar que, segundo ele, estava roubando, pois vendia apenas 800 gramas de açúcar como se fosse 1 quilo.
 O delegado foi conferir e constatou a veracidade da denuncia, mandou então prender o vendedor de açúcar sob a acusação de estar adulterando a balança.
 Ao se apresentar ao delegado, o vendedor de açúcar admitiu que não possuía uma balança de precisão, sem sua casa. Possuía apenas os pratos da balança, mas não o peso, mais que procurava sempre ser honesto em tudo. O delegado quis saber qual o critério para saber o peso do açúcar. E o vendedor explicou que todos os dias comprava dois Pães do padeiro, cada um deles pesando meio quilo. Colocava-os em um dos pratos da balança e no outro ia colocando açúcar.
 Quando o fiel da balança se equilibrava, então ele sabia que tinha um quilo de açúcar. Para tirar a prova o delegado mandou comprar dois pães na padaria do acusador, e constatou que os dois pães de meio quilo não perfaziam um quilo. Assim o vendedor de açúcar fora absorvido e o malandro do padeiro, o acusador, passou a ser acusado e condenado por crime de roubo.

Precisamos entender que para termos a justiça, nossos direitos respeitados devemos acabar de uma vez por todas “ se colar colou”  o “não é meu mesmo”, ou o “eu não conheço, não é da minha família, tanto faz” e tantos outras desculpas  e ditados egoístas que nos cercam e que acabam conduzindo nossas atitudes irresponsáveis. Acredite tudo que fazemos tem volta na lei da natureza, não seja você o causador e a vítima na lei do retorno: quer justiça e paz? Plante honestidade com seu caráter, colha amor para sua vida.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

mensagem 21.07.14


Parei diante da placa: “SUPERMERCADO DE MÃES: adquira aqui a sua mãe novinha em folha, temos qualquer  ingrediente, qualquer acessório, tenha a sua mãe sob medida. Troque sua mãe velha por uma nova. Adquira agora sua mãe perfeita. Sem defeitos de fabricação.”
Entrei apressado. As prateleiras recheadas de opções, apanhei minha mãe perfeita e fui correndo para casa, li atentamente a embalagem:
“1. Atende a qualquer pedido, sem questionar;
2. Não lhe obriga a tomar banho, estudar, arrumar seu quarto, fazer deveres, ir para a escola, fazer suas preces, ir dormir cedo, e toda aquela chateação dos modelos reais.
·         Esperamos que fique 100 % satisfeito com seu novo modelo pois,  não aceitamos devolução.”
- E quem vai querer devolver uma mãe assim?! – Pensei.
Os dias passaram rapidamente, tudo era pura diversão até que um dia cai da bicicleta, minha mãe perfeita fez todos os curativos, mas não vi uma lagrima em seu rosto, um sinal de preocupação. Fui ao supermercado disposto a devolvê-la.
- Sinto muito, você não leu as instruções? Não aceitamos devolução de mãe. – disse o atendente.
- Eu sei, mas esta aqui está com defeito, ela não se importa com o que eu faço, não demonstra afeto, dedicação, deixa-me fazer tudo que eu quero mesmo quando isso me prejudica.
- Não lestes a caixa? Estas mães são assim justamente perfeitas por que não tem um coração, as mães de verdade apesar de todas as imperfeições fazem o que julgam melhor para os filhos porque os amam e o amor é o que lhe dá a direção.
- Fui enganado! – gritava e esperneava. – Fui enganado! Devolvam-me o modelo original, quero de volta a minha mãe.
Neste momento acordei todo ensopado em lagrimas, ao meu lado minha mãe.
- Foi só um sonho meu filho, agora a febre já baixou.
Pulei em seu pescoço e lhe dei um grande abraço.

Quem quer uma mãe perfeita, tendo uma com tanto amor?!

sexta-feira, 18 de julho de 2014

mensagem 18.07.14

Tive a oportunidade de acompanhar os trabalhos e estudos do Filósofo Mário Sergio Cortella numa universidade em São Paulo e atuou em 30 anos em Teologia.  Dizia ele em uma entrevista no canal livre (link: http://www.kacobarroslib.blogspot.com.br/)
Existe uma maravilhosa mítica (fabulosa regra, criada na experiência humana) lei da natureza, que as três coisas que mais desejamos na vida -- felicidade, liberdade e paz de espírito -- são sempre obtidas quando as concedemos a alguém mais.
Fazer o bem sem ver a quem -  mística - Aquilo que a inteligência humana tem dificuldade em explicar, mas a fé responde com facilidade :
- "Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a lei e os profetas." – Mateus 7:12

Duas histórias, dois destinos
1ª história
Certa vez um garoto entrou na sala de emergência de um hospital depois de ter sido atropelado.
O motorista que o socorreu, ao ser interpelado para efetuar o depósito necessário ao atendimento, informou que não possuía, naquele momento pois prestou socorro imediatamente, estava sem dinheiro ou cheque que pudesse oferecer em garantia, mas certamente, se o hospital aceitasse, poderia efetuar o depósito na primeira oportunidade.
O atendente, na impossibilidade de liberar o atendimento, mas, com a vantagem de ter um dos diretores do hospital, que também era médico, de plantão naquele momento, resolveu consultá-lo. Todavia, por não ter dinheiro nem garantias para o tratamento, não liberou o atendimento, fato que levou a criança atropelada a falecer. O diretor, novamente chamado para assinar o atestado de óbito do garoto, ao chegar para o exame cadavérico, descobre de forma muito infeliz que o garoto atropelado era seu próprio filho, que poderia ter sido salvo se tivesse recebido atendimento.
2ª história
Antônio, um pai de família, um certo dia, quando voltava do trabalho, dirigindo num trânsito bastante pesado, deparou-se com um senhor que dirigia apressadamente. Vinha cortando todo o mundo e, quando se aproximou do carro de Antônio, deu-lhe uma tremenda fechada, já que precisava atravessar para a outra pista. Naquela hora, a vontade de Antônio foi de xingá-lo e impedir sua passagem, mas logo pensou: "Coitado...! Se ele está tão nervoso e apressado assim... Vai ver que está com um problema sério e precisando chegar logo ao seu destino". E pensando assim, foi diminuindo a marcha e deixou-o passar. Chegando em casa, Antônio recebeu a notícia de que seu filho de três anos havia sofrido um grave acidente e fora levado ao hospital pela sua esposa. Imediatamente seguiu para lá e, quando chegou, sua esposa veio ao seu encontro e o tranqüilizou dizendo: "Graças a Deus está tudo bem, pois o médico chegou a tempo para socorrer nosso filho. Ele já está fora de perigo". Antônio, aliviado, pediu que sua esposa o levasse até o médico para agradecer-lhe. Qual não foi a sua surpresa quando percebeu que o médico era aquele senhor apressado para o qual ele havia dado passagem!

"Esteja sempre alerta para ajudar o próximo, independentemente de sua aparência ou condição financeira. Procure ver as pessoas além das aparências. Imagine que por trás de uma atitude, existe uma história, um motivo que leva a pessoa a agir de determinada forma."

quinta-feira, 17 de julho de 2014

mensagem 17.07.14

“O homem que sofre antes de ser necessário, sofre mais que o necessário.”
“A educação para o sofrimento, evitaria senti-lo com relação a casos que não o merecem.”

"Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas."
Pérolas são produtos da dor; resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou grão de areia. Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada nácar.
Quando um grão de areia a penetra, ás células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola vai se formando. Uma ostra que não foi ferida, de modo algum produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.
O mesmo pode acontecer conosco. Se você já sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém? Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas idéias já foram rejeitadas ou mal interpretadas? Você já sofreu o duro golpe do preconceito? Já recebeu o troco da indiferença?
Então, produza uma pérola ! Cubra suas mágoas com várias camadas de AMOR.
Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, mágoas, deixando as feridas abertas e alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem.
Assim, na prática, o que vemos são muitas "Ostras Vazias", não porque não tenham sido feridas, mas porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor. Um sorriso, um olhar, um gesto que na maioria das vezes, vale mais do que mil palavras!
“Chorar sobre as desgraças passadas é a maneira mais segura de atrair outras.
Sofremos muito, com o pouco que nos falta, e gozamos pouco o muito que temos.”



quarta-feira, 16 de julho de 2014

mensagem 16.07.14

O Pequeno do Xale Grande

O velho André era dono de uma pequena fortuna, que juntara durante uma vida de trabalho e economia. Vivia numa pequena chácara e, como era muito caridoso, repartia sempre o que possuía com os pobres.
Era seu costume dar roupas de seu uso aos pobres e nunca se esquecia de pôr um dinheirinho nos bolsos.
Diziam que ele mesmo comprava roupas para dá-las aos maltrapilhos.
Certo dia, depois de uma chuva torrencial, o velho André examinava os danos causados pelo temporal, quando enxergou atrás da cerca de bambu um menino encharcado que dizia:
- Moço, moço! O senhor tem uma roupa velha para mim? Mamãe me mandou levar ovos ao mercadinho e a chuva me apanhou no caminho.
- Hum! Hum! fez o velho André.
 - Você é muito pequeno, mas, ainda assim, pode-se arranjar qualquer coisa. E levou-o para dentro de casa.
Pouco tempo depois o garoto saía com uma calça enorme, enrolada nas pernas e com um xale capaz de cobrir o picadeiro de um circo! Ria feliz e despedia-se agradecido.
O velho André seguia-o com o olhar e pensou esperançoso: talvez, quem sabe, será ?...ahhh deixa pra lá, ele não vai voltar.
A noite começava e estava muito nublada, parecia que iria cair outro temporal, escurecendo muito o caminho e a casinha modesta, quando alguém bateu à porta. O velho André parou de tomar sua sopa e foi atender. Era o garoto ainda envolvido pelo xale grande.
- Você por aqui?! interrogou o velho.
- É verdade senhor - e sem dar tempo, cortando a conversa, o menino estendeu  a mão com o dinheiro disse: Encontrei num dos bolsos da calça que o senhor me deu e vim trazer, o senhor deve ter esquecido. O velho André tomou o pequeno pela mão, olhou-o demoradamente e disse baixinho:
- Uma criança! Foi o único!

Era a primeira pessoa que vinha restituir o dinheiro, que sempre colocava no bolso das roupas que dava. Ficou emocionado e deu-lhe um abraço interminável. Parecia que suas atitudes, sua bondade com outras pessoas estava sendo recompensada com a honestidade desprendida daquele anjo em forma de criança. Sentiu-se perto do fim de sua missão.  Não demorou muito tempo e o velho André morreu. Abriram o seu testamento. Tinha legado todos os seus bens ao "pequeno do xale grande", o mais grato, o mais honesto, o mais digno! 

segunda-feira, 7 de julho de 2014

mensagem 07.07.14

A janela e o espelho
Não é o que você tem, ou quem você é, ou onde você está, ou que você está fazendo que o faz feliz ou infeliz. É o que você pensa sobre..
“Você não pode ser qualquer coisa que desejar ser. Mas pode ser tudo o que Deus quer que você seja”. (Max lucado)

Um jovem muito rico foi ter com uma conversa com seu mestre rabi, e lhe pediu um conselho para orientar  sua vida.
Este o conduziu até a janela e perguntou-lhe:  - O que vê através dos vidros?  - Vejo homens que vão e vêm, e um cego pedindo esmolas na rua.  Então o rabi mostrou-lhe um grande espelho e novamente o interrogou:

- Olha neste espelho e diz-me agora o que vê.
- Vejo-me a mim mesmo.

- E já não vê os outros! Repara que a janela e o espelho são ambos feitos da mesma matéria prima, o vidro; mas no espelho, porque há uma fina camada de prata colada ao vidro, não vê nele mais do que a tua pessoa. Deves comparar-te a estas duas espécies de vidro.

Pessoas de fé, de boa índole, enxergam os outros e têm compaixão por eles. Coberto de prata - o egoísta, hipócrita, pobre de espírito  - vê apenas a ti mesmo.

Só vales alguma coisa, quando tiveres coragem de arrancar o revestimento de prata que tapa os olhos, para poderes de novo ver e amar aos outros.
     “Dê ao mundo o melhor de você. Mas isso pode não ser o bastante. Dê o melhor de você assim mesmo. Veja você que, no final das contas, é tudo entre VOCÊ e DEUS. Nunca foi entre você e os outros.”

Madre Tereza de Calcutá    
Bom dia!

sábado, 5 de julho de 2014

mensagem 05.07.14

 Urgência Emocional                        

Se tudo é para ontem, se a vida engata uma primeira  e sai em disparada, se não há mais tempo para paradas estratégicas,  caímos fatalmente no vício de querer que os amores sejam igualmente resolvidos num último de segundo.

Temos pressa para ouvir "EU TE AMO",  Não vemos a hora de que fiquem estabelecidas  as regras de convívio: Somos namorados, ficantes, casados, amantes?

Urgência emocional. Uma cilada. Associamos diversas palavras ao AMOR: Paixão, Romance, Sexo, Adrenalina, Palpitação.

Esquecemos, no entanto, da palavra  que viabiliza esse sentimento:  "Paciência".

Amor sem paciência não vinga.  Amor não pode ser mastigado e engolido com emergência, com fome desesperada.

É preciso degustar cada pedacinho do Amor, no que ele tem de amargo e de saboroso, no que ele tem de duro e de macio, os nervos do Amor, as gorduras do Amor, as proteínas do amor, as propriedades todas que ele tem.

É uma refeição que pode durar uma vida.

Mas não. Temos urgência. Queremos a resposta do e-mail ainda hoje, queremos que o telefone toque sem parar, queremos que ele se apaixone assim que souber nosso nome, queremos que ela se renda logo após o primeiro beijo, e não toleramos recusas, e não respeitaremos dúvidas, e não abriremos espaço na agenda para esperar.

Temos todo o tempo do mundo, dizem uns; Não há tempo a perder, dizem outros: A gente fica perdido no meio deste fogo cruzado, atingidos por informações várias, vivências diversas, parece que todos sabem mais do que nós, pobres de nós, que só queremos uma coisa nessa vida, " Sermos Amados ".

E o coração leva um monte de pontos por causa dessa tragédia:
"PRESSA"

sexta-feira, 4 de julho de 2014

mensagem 04.07.14

A Arte de Ser Feliz e vencer juntos
Um dia dois viajantes deram de cara com um urso. O primeiro se salvou escalando uma árvore, mas o outro, sabendo que não ia conseguir vencer sozinho o urso, se jogou no chão e fingiu-se de morto. O urso se aproximou dele e começou a cheirar as orelhas do homem, mas, convencido de que estava morto, foi embora. O amigo começou a descer da árvore e perguntou:
-O que o urso estava cochichando em seu ouvido?
-Ora, ele só me disse para pensar duas vezes antes de sair por aí viajando com gente que abandona os amigos na hora mais difícil.
Sabe quando a gente não desiste nunca, é assim:
Acorde todas as manhã com um sorriso. Esta é mais uma oportunidade que você tem para ser feliz. Seja seu próprio motor de ignição. O dia de hoje jamais voltará. Não o desperdice, pois você nasceu para ser feliz!
Enumere as boas coisas que você tem na vida. Ao tomar consciência do seu valor, você será capaz de ir em frente com muita força, coragem e confiança!
Trace objetivos para cada dia. Você conquistará seu arco-íris, um dia de cada vez. Seja paciente.
Não se queixe do seu trabalho, do tédio, da rotina, pois é o seu trabalho que o mantém alerta, em constante desenvolvimento pessoal e profissional e, além disso, o ajuda a manter a dignidade.
Acredite, seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer, não seja igual, seja diferente. Se nos deixarmos vencer, não haverá surpresas, nem alegrias...
Conscientize-se que a verdadeira felicidade está dentro de você. A felicidade não é ter ou alcançar, mas sim dar. Estenda sua mão.
Compartilhe. Sorria. Abrace. A felicidade é um perfume que você não pode passar nos outros sem que o cheiro fique um pouco em suas mãos.
O importante de você ter uma atitude positiva diante da vida, ter o desejo de mostrar o que tem de melhor, é que isso produz maravilhosos efeitos colaterais.
Não só cria um espaço feliz para o que estão ao seu redor, como também encoraja outras pessoas a serem mais positivas.
O objetivo você já tem: ser feliz !!!
Como alcançar você já sabe: lutando !!!
Resta saber o quanto feliz você realmente quer ser.
E principalmente; qual o limite que você colocou em seus sonhos.
Lembre-se: não há limites para sonhar...
Não se limite, vá a luta!
O impossível é apenas algo que alguém ainda não realizou
!!! 
E sempre Sorria !!!
O tempo para ser feliz é agora.

O lugar para ser feliz é aqui!

quinta-feira, 3 de julho de 2014

mensagem 03.07.14

Laranja madura
Tio Juca estava trabalhando em seu pequeno pomar, quando descobriu entre as frutas verdes, uma bonita laranja, madura e apetitosa.

Fazia calor e ele estava com sede. Por isso mesmo exclamou:
- Que maravilha! Já tenho com o que me refrescar!

E, muito contente, abriu o canivete, pronto para saborear a refrescante fruta. Mas não chegou a descascar a bonita laranja. É que pensou na mulher e a imaginou cansada e suada perto do fogão.
- Pobrezinha! - murmurou pensativo - vou levar-lhe a primeira laranja de nosso pomar.

A esposa recebeu o presente muito alegre. Entretanto, por sua vez, lembrou-se da filha, que não tardaria a voltar do ribeirão, onde estava lavando roupas.
- Pobre pequena! Comentou ela. Com esse calor, ela vai adorar esta laranja! E isso dizendo, guardou a fruta para a filhinha.

Quando a menina chegou, ficou muito contente ao receber a laranja. Mas, pensando no irmão que não demoraria a estar de volta da vila, aonde fora vender hortaliças, falou, decidida:
- Juquinha voltará cansado e com sede.... Com que prazer ele chupará esses gomos! E, já feliz com a idéia, correu à porteira para esperar o rapaz que logo apareceu, suado e cansado conforme ela previra.

O irmão, satisfeito com a lembrança da menina, examinou a linda fruta, tomado de guloso interesse. Entretanto, quando se dispunha a descascá-la, lembrou se do pai e disse, contendo-se:
- É o nosso bom velho que deve saboreá-la... Ele é quem trabalha sem descanso no pomar, e foi ele que plantou a árvore que deu tão bela fruta.

E sem vacilar foi ao encontro do pai que, comovido, agradeceu o carinho da lembrança, sem tecer, no entanto, maiores comentários.

Ao início da noite, porém, depois do jantar, ainda reunidos em torno da mesa, Tio Juca agradeceu a DEUS a felicidade que reinava em seu modesto lar. Depois, ante a surpresa da família, colocou num prato a bonita, madura e apetitosa laranja, e todos puderam deliciar-se com os gomos da refrescante fruta que encontrara no pomar.


Quem sabe partilhar ainda não aprendeu a amar.
Ás vezes no meu peito bate um coração de pedra.
Magoado, frio, sem vida, aqui dentro ele me aperta.
Não quer saber de amar, nem sabe perdoar, quer tudo e não sabe partilhar.
Senhor Deus, Lava, purifica e restaura-me de novo.
Serás o nosso Deus e nós seremos o Seu povo.
Derrama sobre nós, a água do amor, o Espírito de Deus nosso Senhor!

quarta-feira, 2 de julho de 2014

mensagem 02.07.14

Boa companhia  

Durante todo o inverno ela ficou dentro de casa a maior parte do tempo.

Naquele dia de final de abril, a friagem amenizou e ela sentiu o perfume forte e estimulante da primavera. Seus ouvidos escutaram o canto insistente de um passarinho do lado de fora da janela. É como se a pequena ave a estivesse convidando a sair de casa.

Preparou-se, tomou a bengala e saiu. Voltou o rosto para o sol, deu-lhe um sorriso de boas-vindas, agradecida pelo seu calor e a promessa do verão. Caminhando tranqüila pela rua sem saída, escutou a voz da vizinha a lhe perguntar se não desejava uma carona. - Não, - respondeu ela - as minhas pernas descansaram o inverno inteiro. As juntas estão precisando ser lubrificadas e um passeio a pé me fará bem.

Ao chegar na esquina ela esperou, como era seu costume, que alguém se aproximasse e permitisse que ela o acompanhasse, quando o sinal ficasse verde. Os segundos pareceram uma eternidade. E ninguém aparecia.

Nenhuma oferta de ajuda. Ela podia ouvir muito bem o ruído nervoso dos carros passando com rapidez, como se tivessem que conduzir os seus ocupantes a algum lugar, muito, muito depressa.

Por um momento se sentiu só, desprotegida. Resolveu cantarolar uma melodia. Do fundo da memória, recordou-se de uma canção de boas-vindas à primavera, que havia aprendido na escola quando era criança.

De repente, ela ouviu uma voz masculina forte e bem modulada. - Você me parece um ser humano muito alegre. Posso ter o prazer de sua companhia para atravessar a rua? Ela fez que sim com a cabeça, sorriu e murmurou ao mesmo tempo um "sim".

Delicadamente, ele segurou o braço dela. Enquanto atravessavam devagar, conversaram sobre o tempo e como era bom, afinal, estar vivo num dia daqueles. Como andavam no mesmo passo, era difícil se saber quem era o guia e quem era o guiado. Mal haviam chegado ao outro lado da rua, ouviram as buzinas impacientes dos automóveis. Devia ser a mudança de sinal.

Ela se voltou para o cavalheiro, abriu a boca para agradecer pela ajuda e pela companhia. Antes que pudesse dizer uma palavra, ele já estava falando:
- Não sei se você percebe como é gratificante encontrar uma pessoa tão bem disposta para acompanhar um cego como eu, na travessia de uma rua. Obrigado!

Às vezes, quando nos sentimos sós no universo, Deus nos manda uma imagem semelhante para diminuir nossa sensação de isolamento e disparidade. É sempre reconfortante conseguir perceber que, sejam quais forem as dificuldades e limitações que estejamos atravessando, sobre a terra existem outras tantas dezenas ou centenas de criaturas que, como nós, passam por situações semelhantes.

Bom dia!!

terça-feira, 1 de julho de 2014

mensagem 01.07.14

Dê mais, espere menos             
Se pudesse olhar para trás, o que consideraria importante do dia de hoje?
Que oportunidades, que passam despercebidas hoje, seriam evidentes no futuro?
Uma vida de real valor e significado é algo que se constrói com o tempo, não um prêmio que se ganha com sorte ou habilidade. O dia de hoje é uma oportunidade de construir a vida que você quer, uma oportunidade que não voltará.
Um dia você vai lembrar de hoje e se perguntar por que teve tanto medo de agir. Que tal Começar agora, nesse exato momento a mudar seu futuro:
- Dê mais às pessoas do que elas esperam, e faça-o com alegria.
- Se for casar, case com alguém que você goste de conversar. À medida que vocês forem envelhecendo, seu talento para a conversa se tornará tão importante quanto qualquer outro talentp.
- Não acredite em tudo o que você ouve, não gaste tudo o que você tem e não durma tanto quanto você gostaria.
- Quando você disser "eu te amo", seja sincero. Quando você disser "sinto muito", olhe nos olhos da pessoa.

- Fique noivo por, pelo menos, seis meses antes do casamento. Acredite no amor à primeira vista.
Nunca ria dos sonhos dos outros, não, não seja cruel principalmente com os sonhos de uma criança, sonhe junto. Ame profundamente e com paixão. Você pode se ferir, mas é o único meio de viver uma vida completa.
- Quando se desentender, lute limpo. Por favor, nada de insultos.

Não julgue ninguém por seus parentes. Fale devagar, mas pense depressa.
- Quando lhe fizerem uma pergunta que você não quer responder, sorria e pergunte: "por que você deseja saber?"
Lembre que grandes amores e grandes realizações envolvem grandes riscos.
- Diga "saúde" quando alguém espirrar. Quando você perder, não perca a lição.
Recorde-se dos três "r":
- respeito por si mesmo
- respeito pelos outros
- responsabilidade por seus atos.

Não deixe uma pequena disputa afetar uma grande amizade. Quando você notar que cometeu um engano, tome providências imediatas para corrigi-lo.
- Sorria quando atender ao telefone. Quem chama, vai ouvi-lo em sua voz.
O futuro é imprevisível, mas uma coisa é certa: você jamais se arrependerá de dar o melhor de si a cada momento E, para completar, passe algum tempo sozinho. Não mata e você vai ver como você é uma companhia legal.

Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os momentos que você tem e o futuro virá como um presente.
               Bom dia!!

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