LUGAR COM IMAGEM, CHEIRO E SENTIMENTO DE PAZ
Esse lugar existe e não está longe dos olhos, do toque e da alma, aliás é dela que vem o cheiro. O sentimento vem da decisão e a paz se resume em uma frase "eu posso", assim saberás que tudo emana de dentro de você e invade as outras almas como perfume maravilhoso chamado amor. Você constrói o seu destino e Jesus orienta no caminho.

KACO BARROS

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08H ÀS 12H - SHOW DOS BAIRROS E 08H ÀS 10H DOMINGO - UM CANTO PARA DEUS

APENAS REFLITA SUA VIDA

TENHO ALGO A LHE DIZER

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sexta-feira, 27 de março de 2015

mensagem 27.03.15

O FRIO QUE VEIO DE DENTRO.
Seis homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. Teriam de esperar até o amanhecer para poder receber socorro. Cada um trazia um  pouco de lenha e havia uma pequena fogueira, ao redor da qual se aqueciam.
Se o fogo apagasse, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. Chegou a hora de  cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a  única maneira de sobreviver.
O primeiro homem era racista. Olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então pensou:
— Jamais darei minha lenha para aquecer um negro.
E guardou-a, protegendo-a dos olhares dos demais.
O segundo homem era rico e avarento. Estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu em torno do fogo um homem da montanha, que trazia sua pobreza no aspecto  rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Fez as contas do valor da sua lenha e enquanto sonhava com seu lucro, pensou:
— Dar minha lenha para aquecer um preguiçoso?
O terceiro homem era negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia nele qualquer sinal de perdão ou mesmo aquela superioridade moral que o sofrimento ensina. Seu pensamento era muito prático:
— É bem provável que precise desta lenha para me defender. Além disso, jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem.
E guardou sua lenha com cuidado.
O quarto homem era o pobre da montanha. Conhecia mais que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Pensou:
— Esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha  lenha.
O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador e  olhava fixamente para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer pelo menos parte da lenha que carregava. Estava preocupado demais com suas próprias visões para pensar em ser útil.
O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido:
— Esta lenha é minha. Custou meu trabalho. Não a darei a ninguém, nem mesmo o menor dos gravetos.
Com esses pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou.
Ao alvorecer do dia, quando os homens do socorro chegaram à caverna, encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha.
Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro observou:

O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro.

quinta-feira, 26 de março de 2015

mensagem 26.03.15

A LENDA DAS TRÊS ÁRVORES. 
Havia, no alto de uma montanha, três árvores que viviam a imaginar o que seriam depois de grandes.
A primeira, olhando as estrelas,  exclamou:
— Quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros.
A segunda, fitando o riacho, suspirou:
— Quero ser um navio grande para transportar reis e rainhas.
A terceira contemplou o vale e murmurou:
— Quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto, que as pessoas, ao olharem para mim, levantarão os olhos e pensarão em Deus.
Muitos anos se passaram e, certo dia, três lenhadores cortaram as árvores que, ansiosas, aguardavam a oportunidade de realizar seus sonhos. Eles não costumavam ouvir ou entender de sonhos. Que pena!
A primeira árvore acabou sendo transformada em um cocho de animais coberto de feno.
A segunda virou um simples barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias.
A terceira foi cortada em grossas vigas e colocada de lado, num depósito.
Desiludidas e tristes, as três perguntaram-se:
— Por que isso?
Entretanto, numa bela noite, cheia de luz e estrelas, uma jovem mulher colocou seu bebê recém-nascido naquele cocho de animais e, de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.
A segunda árvore estava transportando um homem que acabou por dormir no barco em que se transformara. Quando uma tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse: PAZ! E, num relance, a segunda árvore entendeu que estava transportando o rei do céu e da terra!
Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Logo sentiu-se horrível e cruel.
Mas, no domingo seguinte, o mundo vibrou de alegria e foi então que a terceira árvore percebeu que nela tinha sido crucificado o homem que veio para salvar a humanidade. As pessoas se lembrariam de Deus e de seu Filho ao olharem para ela.
As árvores haviam tido sonhos e desejos. Mas suas realizações foram muito além da imaginação.

Portanto, não importa o tamanho do seu sonho! ACREDITE NELE!

quinta-feira, 19 de março de 2015

mensagem 19.03.15

Apenas "passe adiante"...!!!

Lá estava eu com minha família, em férias, num acampamento isolado e com carro enguiçado.
Isso aconteceu há 5 anos, mas lembro-me como se fosse ontem.
Tentei dar a partida no carro. Nada...
Caminhei para fora do acampamento e felizmente meus palavrões foram abafados pelo barulho do riacho.
Minha mulher e eu concluímos que éramos vítimas de uma bateria arriada.
Sem alternativa, decidi voltar á pé até a vila mais próxima e procurar ajuda.
Depois de uma hora e um tornozelo torcido, cheguei finalmente a um posto de gasolina.
Ao me aproximar do posto, lembrei que era domingo e é claro, o lugar estava fechado...
Por sorte havia um telefone público e uma lista telefônica já com as folhas em frangalhos.
Consegui ligar para a única companhia de auto-socorro que encontrei na lista, localizada a cerca de 30km dali....
- Não tem problema, disse a pessoa do outro lado da linha, normalmente estou fechado aos domingos, mas posso chegar aí em mais ou menos meia hora.
Fiquei aliviado, mas ao mesmo tempo consciente das implicações financeiras que essa oferta de ajuda me causaria.
Logo seguíamos, eu e o Zé, no seu reluzente caminhão-guincho em direção ao acampamento.
Quando saí do caminhão, observei com espanto o Zé descer com aparelhos na perna e a ajuda de muletas para se locomover.
Santo Deus ! Ele era paraplégico !!!
Enquanto se movimentava, comecei novamente minha ginástica mental em calcular o preço da sua ajuda.
- É só uma bateria descarregada, uma pequena carga elétrica e vocês poderão seguir viagem, disse-me ele.
O homem era impressionante, enquanto a bateria carregava, distraiu meu filho com truques de mágica, e chegou a tirar uma moeda da orelha, presenteando-a ao garoto.
Enquanto colocava os cabos de volta no caminhão, perguntei quanto lhe devia.
- Oh! nada - respondeu, para minha surpresa.
- Tenho que lhe pagar alguma coisa, insisti.
- Não, reiterou ele.
Há muitos anos atrás, alguém me ajudou a sair de uma situação muito pior, em um grave acidente, quando perdi as minhas pernas, e o sujeito que me socorreu, simplesmente me disse :
- Quando tiver uma oportunidade, "Passe isso adiante".
Eis minha chance... Você não me deve nada !
Apenas lembre-se : Quando tiver uma oportunidade semelhante, faça o mesmo...

"Somos todos anjos de uma asa só, mas, como somos imperfeitos, precisamos nos abraçar para alçar vôo"

Se Você gostou dessa história, por favor, não agradeça, apenas "passe adiante"..... !!!

quarta-feira, 18 de março de 2015

mensagem 18.03.15

“A delicadeza é o infindável mundo da discrição, e é na delicadeza que reside a força – quando uma palavra é mais cortante que um grito e a civilidade vence a barbárie!

O Religioso e os Filhos
Narra antiga lenda que um religioso dedicado, vivia muito feliz com sua família: uma esposa admirável e dois filhos queridos.
Certa vez empreendeu longa viagem, ausentando-se do lar por vários dias. No período, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados. A mãe sentiu o coração dilacerado de dor.
No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura. Mas, uma preocupação lhe vinha à mente: como dar ao esposo a triste notícia? Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha comoção. Lembrou-se de fazer uma prece, rogando a Deus auxílio para resolver a difícil questão.
Alguns dias depois, num final de tarde, o religioso retornou ao lar. Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos. Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse o seu banho, e logo depois ela lhe falaria dos filhos.
Alguns minutos depois, estavam ambos sentados à mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem, e logo ele perguntou novamente pelos filhos. A esposa, numa atitude um tanto embaraçada, respondeu ao marido:
- Deixe os filhos. Primeiro quero que você me ajude a resolver um problema que considero grave.
O marido, já um pouco preocupado, perguntou:
- O que aconteceu? Notei você abatida! Fale! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus.
- Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo! O problema é esse... Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?
- Ora, mulher! Não estou entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades! Por que isso agora?
- É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas!
- Podem até ser, mas não lhe pertencem! Terá que devolvê-las.
- Mas eu não consigo aceitar a idéia de perdê-las!
E o religioso respondeu com firmeza:
- Ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo! Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo.
- Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito. As jóias preciosas eram nossos filhos. Deus os confiou à nossa guarda, e durante a sua viagem Ele veio buscá-los. Eles se foram...

O religioso compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos derramaram muitas lágrimas.

segunda-feira, 16 de março de 2015

mensagem 16.03.14

VOCÊ É REATIVO OU PRÓATIVO?
A apatia e o comodismo são as principais causadoras de nossas frustrações profissionais e pessoal. A rotina mata "que nem um leão" nossa vontade de mudar e melhorar as coisas à nossa volta.
Se há obstáculos (e sempre haverá) às nossas carreiras e projetos pessoais, precisamos enfrentá-los pró-ativamente, ou seja, não apenas reagindo às circunstâncias, mas tomando a iniciativa.

O inglês Martins Sorrel, dono da maior empresa de marketing do mundo, entrevistado nas páginas amarelas da Revista Veja, disse que “os brasileiros são muito bons, muito criativos.
O problema é que sofrem de falta de auto-estima”.
É verdade. Somos criativos, trabalhadores, mas não acreditamos que somos capazes. Sofremos de falta de otimismo, de fé.

Estamos sempre achando que os outros são melhores, daí nossas realizações serem limitadas. É preciso sonhar, acreditar em nossos sonhos e lutar para realiza-los.
A falta de auto-estima limita a criatividade e embota a inteligência humana.
Nessa linha de raciocínio, qual a diferença entre uma pessoa reativa ou proativa?


Pessoas reativas são aquelas afetadas por sentimentos, circunstâncias, condições, situações físicas, outras pessoas. Se o tempo está bom, se o cônjuge está de bom humor, se o pneu furou, se o tempo está chuvoso, sentem-se insatisfeitos, reclamam da vida. São capazes de se deixarem afetar por coisas tão pequenas e insignificantes que perdem um tempo precioso da vida, perdem oportunidades, deixam de realizar sonhos, chegam até a destruir relacionamentos, de tanto se concentrarem em detalhes irrelevantes, não assume responsabilidades, utiliza-se de  desculpas acerca de circunstâncias diversas para justiçar o seu fracasso.


As pessoas proativas fazem a diferença, são guiadas por valores, não se importam com as circunstâncias, com as variáveis, escolhem responder aos estímulos externos com base nesses valores e não com base em reações momentâneas, emoções, como raiva, ódio, orgulho, ciúmes, cria as oportunidades, exercita seu livre-arbítrio e sua autoconsciência, exercita a qualidade para alcançar o sucesso, interage com o outro, dissemina idéias, incentiva a criatividade e realiza.

Não podemos controlar tudo o que nos acontece, mas podemos nos controlar, nos condicionar. Em todo momento, posso escolher ser reativo ou proativo. A única coisa que pode impedir meu sucesso sou eu mesmo.

Pessoas Reativas:
Ofendem-se com facilidade;
Culpam os outros;
Arrumam desculpas para jogar a culpa nos outros;
Ficam bravas e dizem coisas que se arrependem depois;
Lamentam e reclamam;
Esperam que as coisas aconteçam;
Mudam somente quando esta é a única opção;
Perdem o controle de si mesmos;
Ficam concentrados num único problema e não saem disso, não evoluem.

Pessoa Proativa:
Pega o problema e usa o pensamento racional para resolvê-los;
Vê as possibilidades;
Torna-se um agente de mudança;
Trabalha com o que lhe resta;
Modifica o ciclo das coisas;
Sabe que pode fazer.
Adotar uma postura proativa é muito mais do que simplesmente ter iniciativa, significa acima de tudo reconhecer a responsabilidade sobre a própria vida, deixando de culpar terceiros, Deus ou o destino por nossas falhas, omissões e incapacidades. Então o que falta pra você ser proativo?

sexta-feira, 6 de março de 2015

mensagem 06.03.15

O que importa é o que eu penso...
Conta-se que numa pequena cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com um pobre coitado de pouca inteligência, que vivia de pequenos biscates e esmolas - o “bobo” da aldeia.
Diariamente, eles chamavam o “rapaz” ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas – uma grande de 400 réis e uma outra menor, de dois mil réis.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo
de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo o chamou e perguntou-lhe se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei – respondeu o não tão tolo assim – ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.
MORAL DA HISTÓRIA:
Pode-se tirar algumas conclusões dessa pequena narrativa
1) Quem parece idiota, nem sempre o é.
2) Quem se acha muito esperto, pode estar fazendo o papel inverso: o de tolo.
3) Se você for muito ganancioso acaba anulando a sua fonte de renda.
4) E para finalizar:O que importa não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos para nós.

quinta-feira, 5 de março de 2015

mensagem 05.03.15

Crias à Venda
O lojista estava a colar na porta da loja um cartaz: "Crias à Venda". Cartazes como esse têm o poder de atrair crianças pequenas e, na verdade, um garotinho apareceu sem demora. "Por quanto vai vender as crias?", perguntou. "Entre 30 e 50 dólares." O menino enfiou a mão no bolso e tirou uns trocos. "Tenho 2,37 dólares, posso dar uma olhadela?" O dono da loja sorriu, assobiou e, do canil, saiu Lady, seguida por cinco pequeninas bolinhas de pêlo. Uma das crias tinha ficado consideravelmente para trás. Imediatamente, o garotinho indicou a cria atrasada, que se movia com dificuldade, e disse: "O que é que tem aquele cachorrinho?" O dono da loja explicou que o veterinário o tinha examinado e descobrira que ele não possuía uma articulação do quadril. Iria coxear para sempre. Seria defeituoso para sempre. O garotinho ficou animado. "Este é o cachorrinho que quero comprar." O dono da loja disse: "Não, não pode comprar este cachorrinho Se realmente o queres, eu te dou."
O garotinho ficou muito aborrecido. Olhou diretamente nos olhos do dono da loja, com o dedo em riste, e disse: "Eu não quero um presente. Aquele cachorrinho vale exatamente tanto como os outros e eu pagarei o preço real.
Na verdade, eu vou dar 2,37 dólares agora, e cinqüenta centavos por mês, até que tenha pago tudo." O dono da loja opôs-se:

"Não queres realmente comprar esse cãozinho né?!. Ele nunca será capaz de correr, saltar e brincar contigo como os outros." O garotinho, com a simplicidade das crianças, baixou-se e enrolou a perna da calça, revelando uma perna gravemente deformada, amparada por um aro de metal. Olhou para o dono da loja e replicou suavemente: "Bem, eu também não corro tão bem, e o cachorrinho precisará de alguém que compreenda isso!"

terça-feira, 3 de março de 2015

03.03.15

Contratação
Um dia, enquanto caminha pela rua, uma mulher de sucesso, Diretora de Recursos Humanos de uma multinacional, (aquelas que fazem de tudo para vender a imagem de sua empresa aos futuros empregados), é tragicamente atropelada por um caminhão e morre. Sua alma chega ao paraíso e se encontra, na entrada, com São Pedro, em "carne e osso".
- Bem-vinda ao paraíso, diz São Pedro! Mas... Antes que você se acomode, parece que temos um problema. Você vai perceber que é muito raro um diretor de recursos humanos chegar aqui e não estamos seguros do que fazer com você.
- Não tem problema, deixe-me entrar. - Diz ela, já analisando São Pedro dos pés à cabeça e imaginando seu antigo trabalho e se ele fosse um candidato, se ela o contrataria para trabalhar em sua empresa.
- Bem que eu gostaria de deixá-la entrar agora mesmo, mas tenho ordens do Superior. O que faremos é deixá-la passar um dia no inferno e outro no paraíso, e então poderá escolher onde ficar a eternidade.
- Então, já está decidido. Prefiro ficar no paraíso, diz a mulher.
- Sinto muito, mas temos nossas regras, primeiro você precisa conhecer os dois locais.

E, assim, São Pedro acompanha a diretora ao elevador e desce, desce, desce até o inferno.
As portas se abrem e aparece um verde campo de golfe. Mais distante um belo clube. Lá estão todos os seus amigos, colegas diretores que trabalharam com ela e grandes executivos de outras empresas, todos em trajes de festa e muito felizes. Correm para cumprimentá-la, beijam-na e se lembram dos bons tempos. Jogam uma agradável partida de golfe, mais tarde jantam juntos num clube muito bonito e se divertem contando piadas e dançando. O Diabo, então, era um anfitrião de primeira classe, elegante, charmoso, muito educado e divertido.
Ela se sente de tal maneira bem que, antes que se dê conta, já é hora de ir embora. Todos lhe apertam as mãos e se despedem enquanto ela entra no elevador. O elevador sobe, sobe, sobe, e ela se vê novamente na porta do paraíso, onde São Pedro a espera.
- Agora é a hora de visitar o céu.
Assim, nas 24 horas seguintes, a mulher se diverte pulando de nuvem em nuvem, tocando harpa e cantando. É tudo tão bonito e tão sereno, que, quando percebe, as 24 horas se passaram e São Pedro vai buscá-la.
- Então, passou um dia no inferno e outro no paraíso. Agora você deve escolher sua eternidade.
A mulher pensa um pouco e responde:
- Senhor, o paraíso é maravilhoso, mas penso que me senti melhor no inferno, com todos os meus amigos e aquela intensa vida social.
Assim, São Pedro a acompanha até o elevador, que outra vez desce, desce, desce, até o inferno. Quando as portas do elevador se abrem ela depara com um deserto, inóspito, sujo, cheio de desgraças e coisas ruins. Vê todos os seus amigos, vestidos com trapos, trabalhando como escravos, que estão recolhendo as desgraças e colocando-as dentro de bolsas pretas. O diabo se aproxima e conduz a mulher pelo braço, com brutalidade.
- Não entendo - balbucia a mulher. - Ontem eu estava aqui e havia um campo de golfe, um clube, comemos lagosta e caviar, dançamos e nos divertimos muito. Agora tudo o que existe é um deserto cheio de lixo e todos os meus amigos parecem uns miseráveis.
O diabo olha para ela e sorri:

- Ontem estávamos te contratando. Hoje você faz parte da equipe!

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