LUGAR COM IMAGEM, CHEIRO E SENTIMENTO DE PAZ
Esse lugar existe e não está longe dos olhos, do toque e da alma, aliás é dela que vem o cheiro. O sentimento vem da decisão e a paz se resume em uma frase "eu posso", assim saberás que tudo emana de dentro de você e invade as outras almas como perfume maravilhoso chamado amor. Você constrói o seu destino e Jesus orienta no caminho.

KACO BARROS

SHOW DOS BAIRROS E UM CANTO PARA DEUS, CLIQUE NA IMAGEM

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08H ÀS 12H - SHOW DOS BAIRROS E 08H ÀS 10H DOMINGO - UM CANTO PARA DEUS

APENAS REFLITA SUA VIDA

TENHO ALGO A LHE DIZER

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terça-feira, 31 de maio de 2016

mensagem 31.05.16

O mundo, com certeza, se tornaria um melhor lugar se todos nós aprendêssemos a amar aqueles que convivem com a gente, aqueles que não conhecemos ou aqueles que nunca chegaremos a conhecer. Espalhe amor e colha seus frutos!
Semeando
Dona Angélica era professora. Residia em uma pequena cidade e dava aulas numa vila próxima.
Não era considerada uma pessoa equilibrada em razão do seu comportamento, que parecia um tanto esquisito.
Os alunos da escola de primeiro grau tinham-na como uma pessoa muito estranha.
Eles observavam que a professora, nas suas viagens de ida e volta do lar à escola, fazia gestos e movimentos com as mãos, que não conseguiam entender, e por esse motivo, pensavam que ela era
meio fora do juízo.
Pela janela do trem, dona Angélica fazia acenos como se estivesse dizendo adeus a alguém invisível aos olhos de todos. As crianças faziam zombarias, criticavam-na, mas ela não sabia, pois os comentários eram feitos às escondidas. Todos, inclusive os pais e demais professores, achavam que ela era maluca, embora reconhecessem que era uma excelente educadora.
Os anos se passavam e a situação continuava a mesma.
Várias gerações receberam, da bondosa e dedicada professora, ensinamentos valiosos e abençoados.
Dona Angélica era uma pessoa de boas maneiras, calma e gentil, mas não muito bem compreendida.
Envelhecia no exercício do dever de preparar as crianças para um futuro melhor, com espírito de abnegação e devotamento quase maternal.
Certo dia em que viajava para sua querida escola, com diversas crianças na mesma classe do trem, movimentava, como sempre, as mãos para fora da janela.
Os alunos sentados na parte de traz sorriam maliciosamente quando Alberto, seu aluno de dez anos, sentou-se ao seu lado e, com ternura lhe perguntou:
- Professora, porque você insiste em continuar com essas atitudes loucas?
- Que deseja dizer, filho? Interrogou, surpresa, a bondosa senhora.
- Ora, professora - continuou ele, - você fica abanando as mãos para os animais ou... Isso não é loucura?
A mestra amiga compreendeu e sorriu. Sinceramente emocionada,chamou a atenção do aluno, dizendo:
- Veja minha bolsa - e apontou para o fundo da bolsa de couro forrado.
- Nota o que há aí dentro?
- Sim - respondeu Alberto.
- Eu vejo que há algo aí, mas o que é isso?
A professora respondeu calmamente:
- É pólen de flores. São pequenas sementes...
- Há quase vinte anos eu passo por este caminho, indo e vindo da escola.
A estrada, antes, era feia, árida, desagradável.
- Eu tive a idéia de a embelezar, semeando flores.
Desse modo, de quando em quando, reúno sementes de belas e delicadas flores do campo e as atiro pela janela...
- Sei que cairão em terra amiga e, acarinhadas pela primavera, se transformarão em plantas a
produzirem flores, dando cor e alegria à paisagem. - Como você pode perceber, a paisagem já não é mais árida.
Há flores de diversos tipos e suave perfume que a brisa se encarrega de espalhar por todos os lados.

E você amigo,  vai um dia também jogar boas sementes pelo mundo? 

segunda-feira, 30 de maio de 2016

mensagem 30.05.16

A lição da caveira 

Não tenho muita pretensão em ser o melhor em nada que faço, mas tenho em fazer sempre bem feito da melhor forma possível. 
Acho que essa é a maneira mais honesta de se submeter ao trabalho sem atropelos e vaidades, e de forma sadia brindar a vitória. Somos tão presunçosos que desejaríamos ser conhecidos em todo o mundo... E tão vaidosos que a estima de cinco ou seis pessoas que nos rodeiam, nos alegra e nos satisfaz. 
O valor do homem é determinado, em primeira linha, pelo grau e pelo sentido em que se libertou do seu ego.
 
Albert Einstein
 
 

Um príncipe, orgulhoso de sua realeza, foi certo dia caçar em lugar montanhoso e afastado.

A certa altura de seu caminho, viu um velho eremita, sentado diante de sua gruta, e muito atento a considerar uma caveira que tinha nas mãos. O eremita nem deu bola para o príncipe  que Indignado disse-lhe com raiva e prepotência:

- Levante-se quando passar por você  o teu senhor! E o que você de tão interessante nessa pobre caveira, que chegas a ficar cego frente a passagem um príncipe  e de tantos poderosos doutores da lei ?

O eremita, erguendo para ele os olhos mansos, respondeu, em voz clara e sonora:
- Perdoe-me, senhor. Eu estava procurando descobrir se esta caveira tinha pertencido a um mendigo ou a um príncipe, mas não consigo distinguir de quem seja.

Nestes ossos não há nada que me diga, se a carne que os revestiram foram de alguém que repousou em travesseiros de plumas ou nas pedras das estradas.  Eu não saberia dizer se devia levantar-me ou conservar-me sentado diante daquele que em vida foi o dono deste crânio anônimo.

O príncipe de cabeça baixa  prosseguiu o seu caminho, mas a
caçada terminou. Naquele dia, qualquer encanto para ele não tinha sentido nenhum, assim como todo seu poder, dinheiro e orgulho diante da morte, pois todos, sem exceção, vieram do pó e para o  pó voltarão.


Bom dia

sábado, 28 de maio de 2016

mensagem 28.05.16

Um certo Rei que não tinha o que fazer na sua festa de aniversário, mandou enfiar um poste de 25 m de altura na praça principal da cidade e colocou uma cesta com um cheque de 850 mil dólares, e muita comida, e um vale compra para um ano em um supermercado para toda uma família, depois mandou passar uma resina especial naquele poste comumente chamado de “Pau de sebo”.
Quem conseguisse subir naquele pau de sebo ganharia aquele cheque e todos aqueles prêmios.
A festa de aniversário durou uma semana e o “Pau de sebo” ficou como sendo a atração principal da festa, vieram muitos convidados, muitos outros reis de outras regiões, suas esposas e familiares e muitos componentes da corte.
Compareceu também toda a imprensa escrita, falada e televisada. As mais importantes emissoras de TV e rádio, jornais, revistas e blog’s da internet vieram para documentar o grande evento.    Com a grande repercussão da divulgação da festa, o grau de dificuldade e a enorme quantia oferecida como prêmio principal, compareceram muitos populares e atletas de renome internacional para competirem no desafio.    Os menos cotados começaram primeiro e na sua grande maioria não conseguiram ultrapassar os primeiros 5 metros de altura, alguns conseguiram chegar até os dez metros que equivalia a menos da metade do percurso, porém estava lá presente o também o presidente da ANTA, associação nacional dos treinadores dos alpinísticos, um atleta de grande experiência internacional e já havia ganhado muitos desafios e medalhas olímpicas, por isso todos já o consideravam “O VENCEDOR” e assim já tinham comprado camisetas, faixas, cartazes e um grande coro de torcida que fortalecia o grande atleta.
Ele já era um atleta experiente, antes mesmo do embate já havia dado entrevista na TV contando seus truques que o tornariam “O VENCEDOR”, ofereceu também doar seu prêmio aos mais necessitados, pois ele mesmo não necessitava daquele prêmio e etc.   Com suas vestes apropriadas e seu jeito de alpinista experiente abraçou o poste com todo vigor e foi subindo lentamente aquele “Pau de sebo”.   Facilmente ultrapassou os cinco primeiros metros e com os aplausos da multidão se sentia fortalecido e entusiasmado com a narração ao vivo das TV’s e rádios locais ele galgava metro após metro até o 14º quando fez uma pequena pausa.    A Multidão então fez um breve silêncio enquanto aguardava a próxima braçada e a duvida pairava no ar, quando reiniciou a subida deu uma pequena escorregada, mas com os aplausos e o coro gritando “sobe, sobe, sobe…” ele voltou à luta e subiu mais uns três metros quando deslizou novamente até o início, para demonstrar que não desistia fácil e para não menosprezar o apoio da torcida deu uma respirada e tentou novamente, mas não conseguiu nem passar sua primeira marca e desistiu.
Ao descer resolveu reivindicar ao Rei que facilitasse a tarefa reduzindo a altura do poste em 10 metros e com muitas desculpas justificava a sua derrota e a de todos os outros, propôs sair da disputa se a altura do “Pau de sebo”fosse diminuída e etc.  etc.
Enquanto ele ainda fazia sua campanha chegou um jovem franzino, com cara de fome e ficou analisando o obstáculo.   Com o olhar fixo no alvo que era muita comida ele começou a subir o poste surpreendendo a multidão, pois subia com uma certa facilidade, mas ao chegar à marca de seu antecessor parecia um pouco cansado e começou a vacilar enquanto a multidão passou a desmotivar o garoto gritando em alta voz em coro “Desiste… desiste… Não vai conseguir…. desiste… e assim continuaram a gritar”.  O garoto olhou para cima, visualizou o seu prêmio e com um esforço extra humano subiu o restante do percurso como uma lagartixa grudado no poste sem escorregar nem um metro e ganhou o prêmio que logo pegou e levou para sua casa compartilhando com sua família.
A Mídia e as autoridades presentes inconformadas com a ausência do ganhador foram até a casa do garoto para entrevistar o pequeno menino franzino, porém “O GRANDE VENCEDOR” do desafio do Rei.   Todos queriam conhecer o garoto e saber seus segredos que o levaram a ganhar o grande prêmio.
Ao chegar em sua casa foram recebidos pelo pai do garoto que se assemelhava ao menino na sua desproporcional falta de força física que contrariava as expectativas e a capacidade de competir no grande desafio hora vencido na presença de todos.
O pai logo confessou que o menino tinha dois grandes segredos:
– O primeiro era a fome que o motivou a conquistar toda aquela comida.
– O segundo é que ele era surdo e não podia ouvir a voz de toda aquela multidão que gritava bem alto desmotivando o atleta no seu empenho.
Padre Léo Conclui:
Precisamos ter muita fome de Deus para que possamos seguir e vencer os nossos grandes desafios.
Precisamos ser surdos para a voz do mundo quando nos desmotiva ou quando desvia a nossa atenção do alvo principal nos direcionando ao pecado e para longe da presença de Deus que é na verdade o nosso maior, melhor, grande e maravilhoso prêmio.

Na caminhada da vida, sempre há muitos desafios, surpresas, tristezas e alegrias. A vida é feita assim... Às vezes nos deparamos com situações que nos aflingem, nos fazem sentir, e até mesmo chorar… Mais saiba por certo, que a cada momento da vida, cada lágrima caída, cada sorriso dado, estará tudo anotado no diário de Deus... E pode ter certeza que em nenhum segundo, ele esqueceu de anotar. Anotou suas lutas, seus choros, mais com um detalhe, ele não esqueceu de anotar o dia de sua vitória! Então deixa lhe dizer: não desista de seus projetos e sonhos, porque mesmo antes de eles serem projetados por você, já foram projetado e anotado por Deus!

quarta-feira, 25 de maio de 2016

mensagem 25.05.16

Saboreie seu café

A sua irritação não solucionará problema algum.
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
Não estrague o seu dia. Aprenda a sabedoria divina, a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o infinito bem. Saboreie a vida sempre! Isso me lembra a história de um grupo de ex-alunos, todos muito bem estabelecidos profissionalmente, se reuniu para visitar um antigo professor da universidade.
Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas de estresse no trabalho e na vida como um todo.
Ao oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e retornou com um grande bule e uma variedade de xícaras de porcelana, plástico, vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras requintadas, dizendo a todos para se servirem.
Quando todos os estudantes estavam de xícara em punho, o professor disse:
-Se vocês repararem, pegaram todas as xícaras bonitas e deixaram as simples... para trás. Não está errado querer o melhor para si...mas, muitas vezes, esta é a fonte dos maiores problemas!! Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade nenhuma ao café.
Na maioria das vezes, são apenas mais caras e, algumas vezes, até ocultam o que estamos bebendo. O que todos realmente queriam era o café, não as xícaras, mas escolheram, conscientemente, as melhores xícaras...

Agora, pensem nisso: a vida é o café. Empregos, dinheiro e posição social são as xícaras. Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a vida.

Às vezes, ao nos concentrarmos apenas na xícara, deixamos de saborear o café. Portanto nunca deixe de saborear o seu café.

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!

segunda-feira, 23 de maio de 2016

mensagem 23.05.16

Convencer o Burro


Um homem encontrou, após muitos anos de procura,
a sua filosofia, o seu oriente, a sua direção, ficou tão entusiasmado que resolveu propaga-la aos confins da sua terra.

Ajuntou os seus pertences e comprou um burro para leva-lo nas suas andanças, e este foi o seu companheiro de viagem por longos anos, a medida que o tempo passava o homem, que acabou se tornando uma lenda viva em sua região, ia acrescendo cada vez mais sabedoria a sua bagagem.

Encontrava uma cidade e lá descansava e levava as boas novas ao povo que vinha ao seu encontro em muitas vezes, outras tantas vezes ninguém lhe dava ouvidos, mas mesmo assim ele continuava a sua peregrinação.

Numa dessas cidades que visitava, o sábio encontrou um grupo de jovens que conversava efusivamente, aproximou-se, mas debalde tentou falar, os jovens antes mesmo que ele algo falasse lhes disseram :

- Velho, nem adianta tentar nos convencer a nada, nós já temos nossa religião, nossos pais já nos ensinaram tudo, aqui nós seguimos as tradições de família, portanto suma !

O velho sábio muito entristecido calou-se e retirou-se, e lembrou-se que nem mesmo Jesus em sua infinita sabedoria jogou pérolas aos porcos.

Antes mesmo que montasse o seu velho burro um dos jovens ainda lhe diz a seguinte frase :

- Velho louco ! Me digas, como você quer nos convencer de algo? Por acaso você conseguiu convencer ao menos esse velho burro que te acompanha?

E ele na sua humildade responde :

- Não meu filho, eu realmente não consegui convencê-lo, ele também segue as tradições de família.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

mensagem 20.05.16

Não Desista

Ignace Jan Pade rewski, famoso compositor e pianista, estava programado para apresentar-se em um grande salão de concertos nos Estados Unidos. Foi uma noite inesquecível – smokings e vestidos longos, uma ostentação da alta sociedade. Presente na platéia naquela noite estava uma mãe acompanhada de seu inquieto filho de nove anos. Cansado de esperar, o filho se mexia constantemente na poltrona. A mãe tinha esperança de que ele se animasse a estudar piano ao ouvir o imortal Pade rewski tocar. Mesmo contra vontade, o menino estava ali.
Enquanto ela virou-se para conversar com alguns amigos, o menino desistiu de ficar sentado. Afastou-se dela estranhamente atraído pelo enorme piano de ébano Stein way e pela macia banqueta de couro instalados no imenso palco, cujas inúmeras lâmpadas acesas chegavam a ofuscar os olhos.
Sem atrair a atenção da requintada platéia, o menino sentou-se na banqueta, com os olhos arregalados diante das teclas brancas e pretas. Em seguida, colocou seus dedos pequenos e trêmulos nas teclas certas e começou a tocar o "Bife" uma musica infantil da cultura norte americana. O vozerio da platéia cessou, e centenas de rostos carrancudos voltaram-se em direção ao garoto. Irritadas, as pessoas começaram a gritar:
"Tirem esse garoto daí!"
"Quem trouxe esse moleque aqui?"
‘Onde está mãe dele?"
"Mandem o garoto parar!"
Dos bastidores, o mestre ouviu a gritaria e pôs-se a imaginar o que estaria acontecendo. Apressado, ele pegou sua casaca e correu para o palco. Sem dizer uma só palavra, curvou-se sobre o garoto, passou os braços ao redor dele e começou a improvisar uma música que se harmonizava com o "Bife" para torná-lo mais melodioso. Enquanto os dois tocavam, Pade rewski sussurrava o tempo todo ao ouvido do garoto:
- Continue. Não desista. Continue tocando... não pare... não desista.
O mesmo acontece conosco. Esforçamo-nos para levar adiante um projeto, que parece tão insignificante quanto o "Bife" em um salão de concertos. E, quando estamos prontos para desistir, chega o Mestre, que se curva sobre nós e sussurra:
Continue.. Não desista. Vá em frente... não pare, não desista, enquanto Ele improvisa uma melodia para nos ajudar, proporcionando o toque certo no momento certo.

Charles Swindoll

segunda-feira, 16 de maio de 2016

mensagem 16.05.16

 SOLTAR AS MÃOS
Estava pensando na vida de Jó antes dele passar tudo o que passou, pois ele era o homem mais poderoso do oriente e sua vida aparentemente era uma vida de intimidade com Deus.
Porque ele buscava com todo o seu entendimento ao Senhor. Os estudiosos da bíblia afirmam que Jó foi escrito depois de Gênesis, ou seja, Jó não sabia certamente o que Deus tinha como plano para seu povo, pois sabemos que Deus designa os seus desejos e leis a Moisés.
Uma das principais características de Jó era a sua gratidão perante o Senhor Deus, ele tinha tudo, riquezas, bens sem fim, uma família aparentemente unida. Mesmo assim Jó não havia se esquecia de agradecer a Deus tudo o que ele tinha dado. Você tem feito isso? Agradece ao Senhor por tua família e bens?
Jó ele era tão temente a Deus que até o Senhor disse: “Ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal”(Jó 1:8).
E eu pensando nessa afirmação me perguntei: Será que Deus diria tudo isso de mim a seu inimigo? Será que tenho o temor que Jó tinha? Jó era poderoso, ele com o passar do tempo poderia ficar cego com seu dinheiro e poder aquisitivo, pelo contrario, não deixava a chama apagar, e com a sua fé no Senhor fazia sacrifícios. Escute essa historia:
João era um bom homem, trabalhador e com o fruto do seu trabalho sustentava a família e tinha uma vida digna.

Cuidava da saúde, não fazia inimigos e dizia que sua felicidade era fruto de seu esforço pessoal, portanto, onde caberia a necessidade de um Deus, dentro desse contexto?

João era um ateu convicto.

Um dia, passava por uma estrada quando começou um enorme temporal. O carro de João derrapou e ele foi lançado para um abismo. Embora não houvesse nenhuma possibilidade de salvação, João gritou:
- Meu Deus, me ajude!

Nesse momento, surgiu uma árvore na beira do abismo e João se garrou nela. Ainda ofegante e trêmulo, mal acreditava no que acabara de acontecer com ele. Nesse instante ele ouve uma voz:
- E agora João, acredita que eu existo?

João assustado e confuso, olha para os lados e percebe que não há ninguém por perto, então responde:
- Claro que acredito, Senhor!
- Acredita mesmo, João?
- Claro, Senhor.
- Eu acabei de viver um milagre, como poderia não acreditar?
- Tem certeza de que acredita?
- Claro, nunca tive uma certeza tão absoluta, em toda a minha vida.
- Então, se você acredita realmente em mim, solta as mãos que eu te pego lá embaixo!
Será que ele solta?

Agora se pergunte: você confia em Deus?
É por isso que Deus Muitas vezes nos coloca num deserto e não entendemos o porquê daquilo. Mas saiba que o deserto é lugar de reencontro, do Senhor passar você de fase. Se observarmos, Jó passou por um deserto terrível, e o que ele fez? Confiou em Deus. Por isso eu digo, pode estar difícil, você pode estar no seu limite; mas não deixe de acreditar que Deus tem o melhor pra sua vida e pra história da sua família.
Você pode estar achando agora que Deus te abandonou, mas Deus ele me escolheu pra dizer a você que Ele está sempre no comando, o mal pode falar o contrario de tudo o que eu te falei, mas não acredite nele não, ele só veio pra nós tirar do caminho eterno.

“Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nEle, e ele o fará”
Salmos 37:5

Diga : “Jesus, eu confio em vós”

sexta-feira, 13 de maio de 2016

mensagem 13.05.16

Algumas Gotas de Óleo Lubrificante
Num quarto modesto, o doente grave pedia silêncio.
Mas a velha porta rangia nas dobradiças cada vez que alguém a abria ou fechava.
O momento solicitava quietude, mas não era oportuno para a reparação adequada.
Com a passagem do médico, a porta rangia, nas idas e vindas do enfermeiro, no trânsito dos familiares e amigos, eis a porta a chiar, estridente.
Aquela circunstância trazia, ao enfermo e a todos que lhe prestavam assistência e carinho, verdadeira guerra de nervos.
Contudo, depois de várias horas de incômodo, chegou um vizinho que veio lhe visitar e colocou algumas gotas de óleo lubrificante na velha dobradiça e a porta silenciou, tranqüila e obediente.

A lição é singela, mas muito expressiva.
Em muitas ocasiões há tumulto dentro de nossos lares, no ambiente de trabalho, numa reunião qualquer.
São as dobradiças das relações fazendo barulho inconveniente.
São problemas complexos, conflitos, inquietações, abalos...
Entretanto, na maioria dos casos nós podemos apresentar a cooperação definitiva para a extinção das discórdias.
Basta que lembremos do recurso infalível de algumas gotas de compreensão e a situação muda.
Algumas gotas de perdão acabam de imediato com o chiado das discussões mais calorosas.
Gotas de paciência no momento oportuno podem evitar grandes dissabores.
Poucas gotas de carinho, penetram as barreiras mais sólidas e produzem efeitos duradouros e salutares.
Algumas gotas de solidariedade e fraternidade podem conter uma guerra de muitos anos.
É com algumas gotas de amor que as mães dedicadas abrem as portas mais emperradas dos corações confiados à sua guarda, os filhos.
São as gotas de puro afeto que penetram e dulcificam as almas ressecadas de esposas e esposos, ajudando na manutenção da convivência duradoura.
Nas relações de amizade, por vezes, algumas gotas de afeição são suficientes para lubrificar as engrenagens e evitar os ruídos estridentes da discórdia e da intolerância.
Dessa forma, quando você perceber que as dobradiças das relações estão fazendo barulho inconveniente, não espere que o vizinho venha solucionar o problema.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

mensagem 11.05.16



Andrea Bocelli surpreende ao falar das “razões” de sua profunda fé católica



Voz na escuridão

Vamos viajar para o país em forma de bota? Na Itália, existe uma região incrível: a Toscana. O mar de girassóis e as planícies infinitas emolduradas pelos Alpes ao fundo compõem um cenário de filme. E foi pertinho da cidade de Pisa, aquela da torre inclinada, que um garoto nasceu numa fazenda.  Com uma exceção: ele confundia um pouquinho os objetos e habitualmente esfregava os olhos para enxergar melhor. Até os 12 anos, o menino aprendeu a conviver com uma doença prejudicial à sua visão. Porém, antes de fazer 13 anos, ele foi atingido na cabeça durante um jogo de futebol e, infelizmente, ficou cego para sempre.

Estava tudo perdido? De jeito nenhum! Na escuridão da vida, ele descobriu a paixão pela arte. Percebendo que a música o acalmava, seus pais o ajudaram com aulas de piano, depois flauta, saxofone, trompete, harpa, violão e até bateria. Já sem enxergar, ele tocava órgão na igreja e começou a cantar com uma voz de raríssima beleza.

Resumindo a história, esse jovem que cresceu cego tem brilhado no mundo. Trata-se do grande tenor Andrea Bocelli, que hoje viaja o planeta participando dos mais belos concertos. Ele já vendeu mais de 70 milhões de cópias reproduzindo sua voz impecável. Ganhou os maiores prêmios da música e continua embalando a emoção de muitos fãs.

Se um dia você viajar à Toscana, conheça um teatro ao ar livre construído exclusivamente para ele. O teatro só funciona uma vez por ano: com uma apresentação única de seu conterrâneo mais ilustre.

Quer saber? Limites só existem na mente de quem se limita. Moisés era gago, Paulo não via direito, Pedro era de origem muito humilde, João explodia feito trovão, e muitos outros heróis bíblicos tiveram que se superar. E você? Que tal encarar seu dia como uma oportunidade de fazer algo extraordinário? Mesmo sem enxergar, Bocelli tem encantado o mundo. E, a despeito dos problemas, você também poderá surpreender a todos.

Com Cristo, tudo é possível: basta apegar-se a Ele. Você descobrirá seus dons e terá uma carreira de sucesso pela frente.
Sem contar com o aplauso do Seu maior fã na plateia do Universo: o próprio Deus.





terça-feira, 10 de maio de 2016

mensagem 10.05.16

Auxílio mútuo

Em zona montanhosa, através de região deserta, caminhavam dois velhos amigos, ambos enfermos, cada qual a defender-se quanto possível contra os golpes do ar gelado e de intensa tempestade, quando foram surpreendidos por uma criança semi-morta na estrada, ao sabor da ventania de inverno.

Um deles fixou o singular achado e exclamou, irritadiço:

- Não perderei tempo! A hora exige cuidado para comigo mesmo. Sigamos à frente.

O outro, porém, mais piedoso, considerou:

- Amigo, salvemos o pequenino. É nosso irmão em humanidade.

- Não posso, disse o companheiro endurecido. Sinto-me cansado e doente. Este desconhecido seria um peso insuportável. Precisamos chegar à aldeia próxima sem perda de minutos. E avançou para adiante em largas passadas.

O viajante de bom sentimento, contudo, inclinou-se para o menino estendido, demorou-se alguns minutos, colando-o paternalmente ao próprio peito, e aconchegando-o ainda mais, marchou adiante, embora mais lentamente.

A chuva gelada caiu metódica pela noite adentro, mas ele, amparando o valioso fardo, depois de muito tempo, atingiu a hospedaria do povoado que buscava.

Com enorme surpresa, porém, não encontrou o colega que havia seguido na frente.

Somente no dia seguinte, depois de minuciosa procura, foi o infeliz viajante encontrado sem vida numa vala do caminho alagado.

Seguindo a pressa e a sós, com a idéia egoísta de preservar-se, não resistiu a onda de frio que se fizera violenta, e tombou encharcado, sem recursos com que pudesse fazer face ao congelamento.

Enquanto que o companheiro, recebendo em troca o suave calor da criança que sustentava junto do próprio coração, superou os obstáculos da noite frígida, salvando-se de semelhante desastre.

Descobrira a sublimidade do auxílio mútuo. Ajudando o menino abandonado, ajudara a si mesmo. Avançando com sacrifício para ser útil a outrem, conseguira triunfar dos percalços do caminho, alcançando as bênçãos da salvação recíproca.


“O auxílio ao próximo sempre será o seu melhor investimento”. - Alex Cardoso de Melo

sexta-feira, 6 de maio de 2016

mensagem 06.05.16

A Lição : Deus me perdoe por julgar as pessoas.
Estávamos eu minha família em um restaurante. Coloquei meu filho Daniel numa cadeira para crianças. De repente, Daniel gritou animado, dizendo: "Olá, amigo!", Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo. Eu olhei em volta e vi a razão de seu contentamento. Era um homem com um casaco jogado nos ombros: sujo, engordurado e rasgado. Suas calças eram trapos e seus dedos apareciam no sapato furado. Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo. Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa. Acho, mesmo distante dele, ele cheirava mal. "Olá, neném. Como está você?", disse o homem a Daniel. Minha esposa e eu nos olhamos:  "Que faremos?". Daniel continuou rindo e respondeu, "Olá, olá, amigo".
Todos no restaurante nos olharam. O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho. Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê. Acho que estava bêbado. Minha esposa e eu estávamos envergonhados. Comemos em silêncio; menos Daniel que estava super inquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices. Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos à porta. Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos encontraríamos no estacionamento. O velho se encontrava muito perto da porta de saída. "Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com Daniel", disse orando, enquanto caminhava perto do homem.
Estufei um pouco peito, tratando de sair sem respirar o ar todo o mal cheiro dele. Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde estava o velho e estendeu seus braços na posição de "carrega-me". Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou nos braços do homem. Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua relação de amor.
Daniel, num ato de total confiança, e amor recostou sua cabeça no ombro do desconhecido. O homem fechou os olhos e chorou. Suas maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro suavemente acariciavam as costas de Daniel. Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo. O velho homem, com Daniel em seus braços, olhou pra mim, me disse com voz forte e segura: "Cuide deste menino". respondi: "Assim o farei".
Peguei meu filho e o velho homem me disse: "Deus o abençoe, senhor. Você me deu um presente maravilhoso". Então caminhei rapidamente até o carro. Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo: "Deus meu, Deus meu, me perdoe".  Eu fui um cristão cego. Deus estava me perguntando: "Estás disposto a dividir seu filho por um momento?", quando Ele próprio compartilhou Seu Filho Jesus por toda a eternidade e muitas vezes esqueço disso. Deus perdoe-me por julgar as pessoas desse jeito.

terça-feira, 3 de maio de 2016

mensagem 03.05.16

Que eu continue a acreditar no outro mesmo sabendo de alguns valores tão esquisitos que permeiam o mundo;
Que eu continue otimista, mesmo sabendo que o futuro que nos espera nem sempre é tão alegre;
Que eu continue com a vontade de viver, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, uma lição difícil de ser aprendida;
Que eu permaneça com a vontade de ter grandes amigos(as), mesmo sabendo que com as voltas do mundo, eles(as) vão indo embora de nossas vidas;
Que eu realimente sempre a vontade de ajudar as pessoas, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, sentir, entender ou utilizar esta ajuda;
Que eu mantenha meu equilíbrio, mesmo sabendo que os desafios são inúmeros ao longo do caminho;
Que eu exteriorize a vontade de amar, entendendo que amar não é sentimento de posse, é sentimento de doação;
Que eu sustente a luz e o brilho no olhar, mesmo sabendo que muitas coisas que vejo no mundo, escurecem meus olhos;
Que eu retroalimente minha garra, mesmo sabendo que a derrota e a perda são ingredientes tão fortes quanto o sucesso e a alegria;

Que eu atenda sempre mais à minha intuição, que sinaliza o que de mais autêntico possuo;
Que eu pratique sempre mais o sentimento de justiça, mesmo em meio à turbulência dos interesses;
Que eu não perca o meu forte abraço, e o distribua sempre;
Que eu perpetue a beleza e o brilho de ver, mesmo sabendo que as lágrimas também brotam dos meus olhos;
Que eu manifeste o amor por minha família, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exige muito para manter sua harmonia;
Que eu acalente a vontade de ser grande, mesmo sabendo que minha parcela de contribuição no mundo é pequena;

E, acima de tudo...
Que eu lembre sempre que todos nós fazemos parte desta maravilhosa teia chamada vida, criada por alguém bem superior a todos nós!
E que as grandes mudanças não ocorrem por grandes feitos de alguns e, sim, nas pequenas parcelas cotidianas de todos nós!

Oração de Chico Xavier

segunda-feira, 2 de maio de 2016

mensagem 02.05.16

O ovo de Colombo
Conta-se que em uma ocasião, Cristóvão Colombo foi convidado para um banquete onde lhe haviam designado, como é natural, um posto de honra.
Um dos convidados era um cortesão que estava muito enciumado com o grande descobridor. E quando teve a oportunidade dirigiu-se a ele e lhe perguntou de uma forma um tanto impertinente:
Se você não tivesse descoberto a América, por acaso não existem outros homens na Espanha que poderiam fazê-lo?
Colombo preferiu não responder diretamente àquele homem. Lhe propôs uma prova antológica:
"Levantou-se, pegou um ovo de galinha fresco e convidou a todos os presentes que tentassem colocá-lo de forma que se mantivesse em pé sobre um dos seus extremos".
A ocorrência teve bastante aceitação. Quase todos os presentes entraram logo naquele jogo e tentaram um após o outro, uns com mais, outros com menos convicção, ante o olhar atento dos demais. Mas passava o tempo e ninguém conseguia descobrir a maneira de conseguir que aquele ovo danado mantivesse o equilíbrio.
Finalmente Colombo se pôs em pé, com ar solene, se aproximou, pegou o ovo e o bateu levemente contra a superfície da mesa até que quebrou um pouco da casca de uma das pontas e graças a este pequeno achatamento o ovo se manteve perfeitamente na posição vertical.
Claro que desta maneira qualquer um pode faze-lo! - objetou um pouco alterado, o cortesão.
Sim qualquer um. Mas "qualquer um" ao que se lhe tivesse ocorrido faze-lo. E acrescentou: - "Uma vez eu mostrei o caminho ao Novo Mundo", "qualquer um" poderá segui-lo. Mas "alguém" teve antes que ter a idéia. E "alguém" teve depois, que decidir-se a colocá-la em prática.
Esta velha e conhecida anedota tem ultrapassado os séculos e levado a formar a expressão de "O Ovo de Colombo", para referir-se a soluções aparentemente muito naturais, sim, mas ... "alguém teria que ter pensado nelas, e alguém depois teve que decidir-se a faze-las".
Muitas transformações importantes nas pessoas, nas empresas, nos clientes, no mundo do pensamento, ou na sociedade em geral, tem sua origem em descobrimentos naturais, simples, aos que "alguém" tem sabido tirar proveito. Alguém que soube tirar partido do óbvio, a estas verdades, às que todos teremos acesso.

E lembrem, apenas PESSOAS como vocês e nós, podem fazer estas coisas simples, naturais.

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